Que Mamãe Oxum lhe cubra com seu manto dourado

Mostrando postagens com marcador Exu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Exu. Mostrar todas as postagens

Pomba Gira Cigana Maria Quiteria







CIGANA MARIA QUITÉRIA


Esta pomba-gira de fé é da mesma banda de Maria Padilha, é uma entidade muito forte que comanda uma falange muito grande de mulheres... pomba-gira Maria Navalhada é sua subordinada. Ela acompanha sete exus e se apresenta sempre quando bem incorporada como uma mulher forte e sem rodeios... ao contrário do que muitos pensam estas entidades apesar de serem muito sensuais... não costumam se insinuar a ninguém... a sensualidade faz parte da sua maneira de viver e é assim que elas se aproximam dos seus filhos de fé! Maria Quitéria aceita seus pedidos e oferendas nas encruzilhadas e cruzeiros... toma champanhe em taça, gosta de cigarrilhas longos, bijuterias, perfumes, velas vermelhas e toalha vermelha e preta... Suas oferendas tem que sempre estarem impecáveis... assim é esta exigente entidade.
A força energética de Maria Quitéria tem maior intensidade em trabalhos a serem executados com as Almas principalmente em Cemitérios e Montes, sendo quase sempre mensageira de Orixás como Iansã, Obá, e as vezes Ogum.



Ponto Riscado Maria Quitéria


Ela gosta de luxo, dos homens, de dinheiro, das jóias, da boa vida, dos jogos de azar, de baile e da música. É uma grande bailarina, cujos movimentos podem incluir passos das ciganas em alguns momentos, mexendo sensualmente seus braços, como quem desfruta plenamente de seduzir com o corpo em movimento. Seu porte é altivo, orgulhoso, magestoso, possui características das mulheres que não tem medo de nada. É muito requisitada para atrair amantes, abrir os caminhos, amarrar parceiras, mas principalmente é muito temida por sua frieza e seu implacavel poder na questão de demandas. Algumas das principais Pomba Giras que estão dentro de sua falange, abaixo de sua ordem são


Elas aceitam vários tipos de oferendas que podem ser  champagne de boa qualidade, adoram  vinhos,gostam muito de bebidas fortes como o gim, Bourbon e, em algumas aceitam pinga.
 Podemos  oferecer, cigarrilhas e cigarros de filtro branco, rosas vermelhas, sempre em numero ímpar, mel, licor de anis (uma de suas bebidas preferidas), espelhos, enfeites, jóias, bijuterias, batons, perfumes.
 Bom, é isso o que eu tenho a dizer. E você? Ainda quer conhecer a história de seu guia? Trabalhe com ele. Viva ao seus conselhos e ensinamentos. E então, a história dele se fundirá a sua a ponto de serem amigos tão íntimos, que ele mesmo acabará te mostrando. A espiritualidade possui diversos aparelhos para lhe dar a mais vívida impressão enquanto escuta o que o guia lhe contará. E, desta forma, a experiência de conhecer melhor seu guia será tão intensa que nunca mais sairá de seu coração.
Não precisamos oferecer produtos caros,pois se fizermos estamos só alimentando nossos egos e geralmente quando o fazemos é por  nossa vaidade e não um pedido das entidades.
Pombagira e Exú se polarizam, pois se Exú é vitalidade, Pombagira é fator de estímulo e desejo em todos os sentidos da vida.

texto pesquizado na google...Mãe Beth


Quem são os Exus catiço


Exú catiço é um dos grandes conflito na Umbanda com relação a outras religiões, por falta de entendimento, pela ignorância e pelo preconceito. Muitos acreditam que nossos amigos Exús são Demônios, maus, ruins, perversos, que usam sangue humano e se regozijam com as desgraças que podem provocar a um pobre inocente, isso não é verdade não se usa sangue de ser humano. No mundo os males da vida que não constituíssem catástrofes naturais eram atribuídos aos Demônios e no mundo atual as pessoas continuam a fazer isso. Os Sacerdotes, para combater as forças do mal, tinham que conhecer o nome dos Demônios e perfaziam enormes listas, quase intermináveis. O grupo de sete Demônios maus é com freqüência encontrada em encantamentos antigos. Dividem-se em Machos e Fêmeas. Tinham a forma de meio Humano e meio Animal Cabeça e tronco de Homem ou Mulher, corpo e pernas de cabra e garras nas mãos. Com sede de sangue, de preferência Humano (ISSO NÃO É VERDADE), mas aceitavam de outros animais. Os Demônios freqüentavam os túmulos, caminhos (encruzilhadas), lugares ermos, desertos, especialmente à noite. Nem todos eram maus, havia os Demônios bons que eram evocados para combater os maus. Demônios benignos são representados como guardiões, em número de sete, que guardam as porteiras, portas dos templos, cemitérios, encruzilhadas, casas e palácios. Os negros africanos em suas danças nas senzalas, nas quais os brancos achavam que era a forma deles saudarem os Santos, incorporavam alguns Exús, com seu brado e jeito maroto e extrovertidos assustavam os brancos que se afastavam ou agrediam os negros escravos dizendo que eles estavam possuídos por Demônios. Com o passar do tempo, os brancos tomaram conhecimento dos sacrifícios que os negros ofereciam a Exú, o que reafirmou sua hipótese de que essa forma de incorporação era devido a Demônios. Assim, como Exú não é bobo, assumiu, sem dizer que sim ou que não. As cores de Exú, também reafirmaram os medos e a fascinação que rondavam as pessoas mais sensíveis. Assim, o que aconteceu foi uma associação indevida, maldosa, simplesmente por similaridades em relação a cores, moradas, manifestação de personalidade. Isso com o tempo foram caindo no gosto popular, na psique de pessoas mentalmente e espiritualmente perturbadas e iniciou se construir a visão real, de que Exú é o Demônio. Muitos médiuns despreparados, ou perturbados mental e espiritualmente, recebiam Exús que se diziam Demônios. Nessa onda de horror ou de terror, alguns Umbandistas do passado, por falta de conhecimento ou por ignorância, fizeram tabelas de nomes cabalísticos dos diabos, associando esses nomes aos Exús de Umbanda e comerciantes inescrupulosos ou, simplesmente, ignorantes, criaram imagens de Exús como diabos, cada vez mais estranhos e aterradores com chifre rabos e partes de animais. Construindo no imaginário de muitos médiuns e da população Brasileira, um tipo de Exú igual ao Diabo, Exú igual ao Satanás, Exú igual à coisa Ruim. Hoje em dia as casas de Umbanda centros, terreiros, tendas, pelos estudos, pelo conhecimento e pela orientação dos reais Exús, estão abolindo essas imagens e condenando seu uso. Assim como, recriminando médiuns e supostas entidades que se manifestam dessa maneira dentro dos Terreiros. Porém, o mal foi feito, e atingiu as mentes mais fracas e, muitas vezes, vemos em certos meios de comunicação que fazem programas religiosos, a invocação dessas aberrações e a indevida associação aos Exús de Umbanda. O que podemos dizer é que quem clama Deus, Deus o tem; quem clama o Diabo, o Diabo o tem. Algumas correntes religiosas estão alimentando na população que participam de seus ritos, de que a culpa para as mazelas de suas vidas são dos Diabos, os Exús, que vêm babando, com as mãos tortas, gruindo, todos tortos desta forma. Essas religiões ou seitas estão alimentando o medo, a ignorância, o preconceito, a discriminação e a ilusão de que a culto pela dor alheia é coisa dado pela Umbanda e pelos seus guias, principalmente os Exús ou casas de encostos como hoje usam chamar mas, casas de encostos são as destes que clamam pelos kiumbas que não são Exús e pondo em risco a vida, a integridade física destas pessoas podendo até mesmo causarem a morte destas pessoas que buscam nas religiões um conforto, equilíbrio espiritual. Então fiquem sabendo que isso é mentira, é ilusão é ignorância. Exú combate o mal, ele devolve o que mandam de ruim, é justo em suas decisões e em seus trabalhos. Eles não são e nunca será o Diabo porque o inferno e o Diabo são aqui mesmo nesta terra onde um e outro sempre querem destruir uns aos outros. Por este ou aquele motivo na verdade a maldade está no coração de cada ser humano na índole de cada ser humano ou vocês acreditam que o ladrão rouba por que Deus quer. Não, é no meio onde esta pessoa se criou, por falta de oportunidades e porque existe o receptador (quem compra coisa roubada) o dia que acabarem com os receptadores não existirá mais ladrão porque eles não vão ter para quem vender os seus roubos e assim por diante em qualquer atividade elícita. Mas então quem é Exú Catiço? Ele é o guardião dos caminhos, soldado dos Pretos velhos e Caboclos, emissário entre os homens e os Òrìsás, lutador contra o mau, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado. Exú não faz mal a ninguém, mas joga para cima de quem merece quem realmente é mau o mau que essa pessoa fez a outra. Ele devolve, às vezes com até mais força, os trabalhos que alguns fizeram contra outros. Por isso, algumas pessoas consideram o Exú malvado. Existem entidades que se dizem Exú e que fazem somente o mau em troca de presentes aos seus médiuns ou por grandes e custosas obrigações, serviços. Não se engane Exú que é Exú, não faz mal, a não ser com quem merece e, além disso, quando ajuda a uma pessoa não pede nada em troca, a não ser que a pessoa se comporte bem na vida, acredite em Deus e tenha fé. Seu jeito e seu trabalho. Exú gosta de rir, brincar com as pessoas, ser francos e diretos, não fazem rodeios nem mentem. Gostam de beber e fumar, ao contrário do que muitos pensam que a bebida e o fumo são peças de aproximação, fazendo com que as pessoas se aproximem e fique mais descontraídas como se estivessem em uma festa. Mas se não tiver bebida, ou cigarro, eles trabalham do mesmo jeito, porque a finalidade é ajudar aqueles que precisam. Alguns Exús foram pessoas como qualquer outra pessoa comum. Que cometeram alguma falha e escolheram, ou foram escolhidos, a vir nessa forma para se redimirem de seus erros passados, outros, são espíritos evoluídos que escolheram ajudar e continuar sua evolução atendendo, orientando as pessoas e combatendo o mal. Assim, quem diz que os Exús são Demônios, na concepção de que são ruins, ou espíritos sem luz, baixos, não sabe o que está dizendo, ou não conhecem a história de cada Exú, os porquês de sua ritualística, seu modo de trabalho ou sua missão. Em seus trabalhos Exú corta demandas, desfaz trabalhos e feitiços feitos por espíritos malignos (kiumbas). Ajudam nos descarrego retirando os kiumbas e encaminhando para luz ou para que possam cumprir suas penas em outros lugares do astral inferior. O dia do Exú é a segunda-feira, bebida cada um tem a sua, sua roupa, quando lhe é permitido tem cores preta e vermelha. Se a pessoa quiser acender uma vela (preta e vermelha) na encruzilhada, colocar charutos ou cigarros, cachaça ou outra bebida de agrado é bem vindo. Podem-se colocar também, rosas para as pombo giras com champanhe, pois elas gostam. Assim é Exú. Às Vezes temido, às vezes amado, mas sempre alegre honesto e combatente da maldade no mundo. Linha das Encruzilhadas: Linha da rua, ou seja, o povo da rua responsável por todos os caminhos, o responsável por todas encruzilhadas seria o Rei das Sete Encruzilhadas existe vários Exus dessa linha Capa Preta da Encruzilhada, Sete Encruzilhada, Sete Estrada, Sete Caminhos, Tranca Ruas e outros. Trabalham muito com velas vermelhas e pretas, pretas trabalham muito em encruzilhadas, recebem suas oferendas em encruzilhadas e matas as encruzilhadas de asfalto, concreto não são boas para fazer oferendas para Exús, pois lá vive muitos kiumbas, espíritos atrasados que usam os nomes dos Exús para atrapalhar as pessoas. Linha das Matas: Vivem os Exús que trabalham nas cachoeiras, pedreiras, em matas, rios onde a maioria é caboclos quimbandeiros, trabalham muito com ervas, gostam muito de ensinar banhos, defumações, tudo que envolva ervas. Existe vário tipo de matas, matas serradas, matas fechadas, matas em beira de estrada, de mar, onde existe o determinado Exú responsável. São vários, alguns mais conhecidos como Arranca Toco, Sete Cachoeiras, Pimentas, das Matas, dos Rios. Outras linhas: Linha dos mirins, onde cada Exú tem o mirim representando ele, trabalham com velas cor de rosa e preta, azul e preta, doces, balas, guaranás, mel, etc. O Exú chefe seria o Tiriri e os Exús mirins em sua maioria são serventias de erês. Existe também a linha dos Exus do mar, são piratas, marinheiros e Exús das almas afinal o mar é a calunga grande. Trabalham com velas pretas, azuis, com areia. Suas guias são da mesma cor e com conchas e búzios. Outras linhas são às dos ciganos que em sua maioria são da linha das almas, trabalham muito com anéis, jóias, correntes, tudo que envolva dinheiro. Pombo Gira: Pertencem a todas as linhas acima Pombo Gira Cigana, Sete Saia das Matas, Pombo Gira Menina, Dama da Noite, Rosa Caveira e outras. Companheiras (os): Cada Exú e Pombo gira tem sua ou seu companheiro ou companheira, seria como se fosse um braço direito, onde cada Exú ou Pombo Gira for seu companheiro vai junto. Eles têm vários companheiros, mas sempre existe um braço direito, o de confiança e isso podem variar de Exú pra Exú, exemplo, o Tranca Rua das Almas tem como companheira a Pombo Gira das Almas, mas talvez o Exú Tranca Rua que incorpora no João não é o mesmo que incorpora no Mario, sendo da mesma falange, mas eles podem ter companheiros diferentes. Médium de incorporação de Exú Catiço: Todos os médiuns que incorporam os seus Exús são predestinados, e como é que o Exú é predestinado a um médium? Por encarnações passadas o Exú pode ser bem evoluído e pouco evoluído, em luz, sabedoria, onde o Exú pode ensinar o médium e aprender também com o médium. A sabedoria não depende só do Exú e sim também do médium, não adianta o médium ter um Exú evoluído, forte e ele ser leigo e fraco, o médium também tem que saber trabalhar, aí o médium também vai evoluir e deve tratar os Exús. Fazer obrigações, assentamentos, tem que saber fazer as comidas de cada Exú ou Pombo Gira e em que lugares devem ser colocados assim como os trabalhos para cada Exú ou Pombo Gira. Exú dá e tira muito mais do que deu por isso, os médiuns devem estar bem cocientes do que estão fazendo. Existem três tipos de Exús: EXÚ PAGÃO, EXÚ BATIZADO e EXÚ COROADO. EXÚ PAGÃO: São aqueles que não sabem distinguir o bem do mal, trabalha para quem pagar mais. Não é confiável, pois se pego, é castigado pelas falanges do bem, então normalmente se revoltam contra quem o mandou fazer a maldade. EXÚ BATIZADO: São todos aqueles que já conhecem o bem e o mal, praticando os dois conscientemente, são os capangueiros ou empregados das entidades, e cujos serviços, e evoluem na prática do bem, porém conservando suas forças de cobrança. Se você der ao Exú ele lhe dará, mas se você não lhe der ele lhe tira por isso nunca prometa nada a um Exú ou Pombo Gira se você não pode cumprir o prometido se não você vai perder muito mais do que ganhou. EXÚ COROADO: São aqueles que após grande evolução como empregados das entidades do bem, recebem por mérito, a permissão de se apresentarem como elementos das linhas positivas, Caboclos, Pretos Velhos, Crianças, Ògúns, Sangòs e até como Senhoras. Seriam os guardiões chefes de falange.
 
Texto do blog
siqueiraode.wordpress.com


Exú 7 Encruzilhadas

Gotas

Gotas

7 Encruziliada

Como todos sabem exu sempre foi ranzinza e encrenqueiro, adorava provocar confusões e fazia brincadeiras que deixavam a todos confusos e irritados. Certa manhã acordou desalentado, afinal quem era ele? Não fazia nada, não tinha poder algum, perambulava pelo mundo sem ter qualquer motivação. Isso não estava correto. Todos os orixás trabalhavam muito e tinham seus campos de atuação bem definidos e para ele nada fora reservado. Essa injustiça ele não iria tolerar. Arrumou um pequeno alforje e colocou o pé no mundo. Iria até o Orun exigir explicações. Depois de muito andar, finalmente chegou ao palácio de Olorun. Tudo fechado. Dirigiu-se aos guardas do portão e exigiu uma audiência com o soberano. Eles riram muito. Quem era aquele infeliz para vir ali e exigir qualquer coisa. Exu ficou enfurecido nem os guardas daquela porcaria de palácio o respeitavam. Passou então a gritar impropérios contra o grande criador. Imediatamente foi preso e jogado em uma cela onde ficou imaginando como sair daquela situação. Já estava arrependido de ter vindo, mas não daria o braço a torcer. Iniciou novamente a gritaria e tanto barulho fez que Olorun decidisse falar com ele. Exu explicou o que o trazia ali, falou da injustiça que se achava vitima e exigiu uma compensação. Pacientemente o pai da criação explicou que todos os orixás eram sérios e compenetrados, mas que ele, Exu, só queria saber de confusões e brincadeiras. Então como ousava tentar se igualar aos companheiros? Que fosse embora e não o aborrecesse mais. Era assim? Não prestava para nada? Era guerra? Resolveu fazer o que mais sabia. Comer! Todos sabiam de sua fome incontrolável desde o nascimento. Desceu do Orun e começou a atacar os reinos dos orixás. Comeu as matas de Oxóssi. Bebeu os rios de Oxum. Palitou os dentes com os raios de Xangô. O mar de Iemanjá era muito grande e ele foi bebendo aos poucos. A terra tornou-se árida e prestes a acabar. Por conta disso todos os orixás correram ao palácio em completo desespero. Exu imediatamente foi preso e arrastado novamente até o Orun, desta vez, porém, sentia-se vitorioso. Exigiu ser tratado com respeito e assumir um lugar no panteão divino. Se assim não fosse, nada devolveria e comeria o restante do mundo. Foi feita então uma reunião para se resolver o grande problema. Olorun não poderia julgar sozinho, todos que ali estavam tinham muito a perder. Depois de muita discussão chegaram a um consenso. Exu seria o mensageiro de todos eles, o contato terreno entre os homens e os deuses. Ele gostou, mas ainda perguntou: - E vou morrer de fome? - Nova discussão. Decidiram então que todos os orixás que recebessem oferendas entregariam uma parte a ele. Exu saiu satisfeito, agora sim tinha a importância que merecia, desceu cantarolando e devolvendo pelo caminho tudo que tinha comido. E a paz voltou a terra, mas ficou o recado: Com Exu ninguém pode!
Gotas
ORAÇÃO AO SETE ENCRUZILHADAS


Saravá Santo Ântonio de Pemba!
Saravá à força do Sete!
Saravá à todos os Exus!

Ajoelhado aos teus pés, estou rogando que me escute no sopro dos sete ventos, meu grande Exú Sete Encruzilhadas.

Com a força do teu garfo que carregas nas costas e da cruz do teu peito, eu humildemente peço que tenhas vidência das dores que trago no peito aflito.

Sete Encruzilhadas Exú dos sete caminhos, senhor rei das Sete Encruzilhadas de fé, sepulte nas sete catacumbas os nossos problemas e tristezas.

És um lindo homem, um cavalheiro, andas descalço com tua linda capa de veludo, a gargalhar pela noite, venceste sete guerras, vença pelo menos uma para mim, se eu merecer pois estou em desespero.

Sete Encruzilhadas, conheces as dores e angústias do mundo onde tu vivestes, amaste, sofreste e foste humilhado, mas hoje carrega a Coroa dos infelizes e essa coroa quem te deu foi a misericórdia de pai Oxalá, nos pés de pai Olorum.

Sete Encruzilhadas, coloque debaixo de teu pé esquerdo o nome dos meus inimigos, livrando-me das invejas, calúnias e dos olhos grandes. põe no meu coração o perdão e a justiça, para me reconhecer e me corrigir das minhas faltas.

Lindo homem de cabelos negros e olhos de cristal, perfuma a minha vida com o perfume das sete rosas vermelhas.

Atenda meu pedido, te imploro Sete Encruzilhadas pois sei que os teus protegidos, tu jamais desampara.

Rei dos sete mistérios, carregas as sete chaves do destino, abra os meus caminhos e me faça feliz, pois contarei sempre com a sua proteção, agora e em todas as horas de aflição.


Saravá Sete Encruzilhadas

Gotas
humanties/religious.com
Gotas

Exú sem Mistério

Gotas

Gotas
Na concepção original do termo, não se classifica Exu em um “tipo de entidade”. É um princípio vibratório que obrigatoriamente participa de tudo. É a força que impõe o equilíbrio às criaturas.

Cada um dos filhos tem seu Exu individual. Cada um dos Orixás, com seus correspondentes padrões vibratórios, possui seus Exus.

É o Exu o Executor das Leis Cósmicas. É o chamado Exu Guardião, aquele que guarda a vibratória do Orixá e nunca encarnou e nem irá encarnar. Não é nem bom nem ruim, nem positivo nem negativo. Sendo neutro, é justo. Ele vitaliza ou desvitaliza a cada indivíduo q exista, sempre cumprindo as ordenações da Lei.


Os Exus de aconselhamento, na Umbanda, são chamados de Exus de Lei, ou Exus de Trabalho, pois já estão prontos para desempenharem seu importante papel junto às pessoas. Infelizmente, se convencionou denominar “Exu” tudo que é espírito atrasado, mas não é o correto. Os Exus de Lei, são espíritos como nós, na busca da evolução que, ao adentrarem na Umbanda para trabalhar, na Linha de Exu, são "vibrados" pelo Exu Guardião do Orixá do Médium. Eles recebem a irradiação do Exu


Guardião (aquele que não incorpora) para poderem trabalhar. Um exemplo, o Sete Encruzilhadas, é um espírito que recebe a irradiação do Exu Guardião (nunca encarnou) do Orixá para trabalhar como Exu na Umbanda. Daí, o Sr. Sete Encruzilhadas se torna um Exu. Alguns livros chamam isso de "exunização"... o espírito foi "exunizado" pelo Exu Guardião do Médium, sendo que esse guardião é da vibração do Orixá. E os de trabalho (Sete Encruzilhadas, por exemplo), é guardião. defensor e amigo fiel do médium, vibrado pelo Guardião de uma das Vibrações do Eledá do médium, além de mensageiro do Guia Chefe e trabalhador incansável em outras atividades também.

O papel dos Exus é mais atuante do que se pensa. Além de serem mensageiros dos Caboclos e/ou Pretos-Velhos (a depender de quem for o guia chefe do médium), ainda possuem uma destacada atuação junto a nós, pois são executores kármicos. O que exatamente isto quer dizer? Quer dizer que se nós andarmos na linha justa, se nos habituarmos a cultivar pensamentos, sentimentos e atitudes equilibradas nosso karma será certamente reduzido ao longo da vida, e nosso amigo Exu nos ajudará em tudo. Mas, se caso assim não procedermos certamente esse mesmo amigo Exu entrará em ação, efetuando a cobrança kármica para conosco mesmos, sempre em nome da Lei Cósmica Divina.

Temos que ter em mente que estes amigos nada fazem por si só. Executam ordens de seus "chefes", ou seja, nossos mentores espirituais.

- Com algumas mudanças ou formas interpretativas, basicamente Exu é hierarquizado da seguinte forma:


Exu Aprendiz – espírito com capacidade evolutiva, arregimentado pela Lei a iniciar o serviço para a Lei, através de uma falange de trabalho na linha de Exu. Ainda não tem sua consciência completamente estruturada, sofrendo alguns deslizes de conduta que são rigidamente cobrados. Normalmente recebe ordens de um Exu em grau maior, para a realização dos trabalhos pela Lei. Estão em franco processo de lapidação de seus conceitos, condutas e mental.

Exu de Trabalho ou de Lei – é um servidor da Lei Divina e do seu Orixá Regente, como um servo de Deus, trabalha diretamente junto aos médiuns, em todo tipo de trabalho pela Lei, recebe e acata as ordens dos Guias Espirituais.


Exu Coroado ou Guardião – é o Guardião dos Mistérios à esquerda dos Orixás regentes do médium. Recebe ordens diretas dos Orixás e determina a forma e quem irá cumpri-las. Normalmente não se apresenta aos médiuns, nem permite a revelação de seu nome, para preservar suas forças e as forças do médium. Raramente incorpora e não dá consultas. É o mentor à esquerda do caminho evolutivo do médium. Já tem assentado em si toda a sustentação Divina dos Orixás para o trabalho.

Todo médium possui:


1. Exus Guardiões – correspondentes à Vibração de um dos Orixás do Eledá do médium, raramente incorpora, não dá consulta. Exuniza espíritos trabalhadores junto ao médium.

2. 1 ou mais Exus de trabalho ou de Lei – devidamente “exunizados” pelos Exus Guardião ou Naturais, dos Orixás Ancestral (Eledá) ou de Frente (Ossi) ou Junto (Otum) do médium. Incorporam, dão consulta, atuam na vida do médium e, a mando da Lei, na vida de outras pessoas em auxilio.

No trabalho do médium de Umbanda um desses Exus é o de frente. É aquele que dá consulta e se coloca a serviço do Guia Chefe do médium.

Aos Exus de trabalho podemos pedir ajuda na solução de problemas e ajuda a outras pessoas, sempre conscientes do nosso e do merecimento alheio, sempre sob as Leis de Deus. Ao Exu Guardião devemos pedir somente auxílio nas questões pessoais, no sentido de amparo, sustentação, proteção e condução na linha reta evolutiva. A todos devemos sempre ter respeito, tratando-os com reverência, pela alcunha de senhores.

Por mais humano que Exu se manifeste e se expresse, devemos sempre ter respeito e educação para nos dirigirmos mentalmente ou pessoalmente a qualquer um deles, pois são senhores Guias Espirituais que trabalham para Deus e os Divinos Orixás com caridade, responsabilidade e muitas vezes a nossa frente para nos defender e proteger de demandas e embates astrais negativos.


Exu tem mais luz que podemos supor, mas por amor ao Divino Criador e aos Amados Orixás serve à Luz nos campos trevosos, em combate a todos que blasfemam ou que atuam contra as Leis Divinas; Exu oculta sua luz pra poder entrar nos campos negativos em socorro ou combate; Exu verbaliza de forma humana para bem ser entendido por nós; Exu conhece e respeita as Leis Divinas, as Linhas de Trabalho e todos os médiuns que assim merecem ser tratados.


Alguns dos Exus trabalhadores do Cruzeiro da Luz: Exu Malandrinho do Cruzeiro das Almas (Guia Chefe da Linha de Exus do Templo), Exu Sete Encruzilhadas das Almas, Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, Pombagira Menina das Sete Estradas, Exu Tranca Rua das Almas, Exu Cigano, Pombagira Cigana, Pombagira Maria Padilha, Pombagira Maria Molambo, Exu Marabô, Exu Caveira, et
Gotas


Exu Malandrinho do Cruzeiro das Almas Exu Sete Encruzilhadas das Almas

Gotas

Exú

Gotas

Gotas

Exu ganha o poder sobre as encruzilhadas

Gotas

Exu não tinha riqueza, não tinha fazenda, não tinha rio,
não tinha profissão, nem artes, nem missão.
Exu vagabundeava pelo mundo sem paradeiro.
Então, um dia, Exu passou a ir à casa de Oxalá.
Ia à casa de Oxalá todos os dias.
Na casa de Oxalá, Exu se distraía,
vendo o velho fabricando os seres humanos.
Muitos e muitos também vinham visitar Oxalá,
mas ali ficavam pouco,
quatro dias, oito dias, e nada aprendiam.
Traziam oferendas, viam o velho orixá,
apreciavam sua obra e partiam.
Exu ficou na casa de Oxalá dezesseis anos.
Exu prestava muita atenção na modelagem
e aprendeu como Oxalá fabricava
as mãos, os pés, a boca, os olhos, o pênis dos homens,
as mãos, os pés, a boca, os olhos, a vagina das mulheres.
Durante dezesseis anos ali ficou ajudando o velho orixá.
Exu não perguntava.
Exu observava.
Exu prestava atenção.
Exu aprendeu tudo.

Um dia, Oxalá disse a Exu para ir postar-se na encruzilhada
por onde passavam os que vinham à sua casa.
Para ficar ali e não deixar passar quem não trouxesse
uma oferenda a Oxalá.
Cada vez mais havia mais humanos para Oxalá fazer.
Oxalá não queria perder tempo
recolhendo os presentes que todos lhe ofereciam.
Oxalá nem tinha tempo para as visitas.
Exu tinha aprendido tudo e agora podia ajudar Oxalá.
Exu coletava os ebós para Oxalá.
Exu recebia as oferendas e as entregava a Oxalá.
Exu fazia bem o seu trabalho
e Oxalá decidiu recompensá-lo.

Assim, quem viesse à casa de Oxalá
teria que pagar também alguma coisa a Exu.
Quem estivesse voltando da casa de Oxalá
também pagaria alguma coisa a Exu.
Exu mantinha-se sempre a postos
guardando a casa de Oxalá.
Armado de um ogó, poderoso porrete,
afastava os indesejáveis
e punia quem tentasse burlar sua vigilância.
Exu trabalhava demais e fez ali a sua casa,
ali na encruzilhada.
Ganhou uma rendosa profissão, ganhou seu lugar, sua casa.
Exu ficou rico e poderoso.
Ninguém pode mais passar pela encruzilhada
sem pagar alguma coisa a Exu.

Gotas
Mãe Samanta de Oxalá/Kimbanda 7 Lineas
Gotas

Exú

Gotas

Gotas
Exu

Gotas

Èsù é um Orixá africano, também conhecido como: Exu, Esu, Eshu, Bara, Ibarabo,Legbá, Elegbara, Eleggua, Akésan, Igèlù, Yangí, Ònan, Lállú, Tiriri, Ijèlú,. Algumas cidades onde se cultua o Exu são: Ondo, Ilesa, Ijebu, Abeokuta, Ekiti, Lagos.

Exu é o orixá da comunicação. É o guardião das aldeias, cidades, casas e do axé, das coisas que são feitas e do comportamento humano. A palavra Èsù em yorubá significa “esfera” e, na verdade, Exu é o orixá do movimento.

Ele é quem deve receber as oferendas em primeiro lugar a fim de assegurar que tudo corra bem e de garantir que sua função de mensageiro entre o Orun e o Aiye, mundo material e espiritual, seja plenamente realizada.

Na África na época das colonizações, o Exu foi sincretizado erroneamente com o diabo cristão pelos colonizadores, devido ao seu estilo irreverente, brincalhão e a forma como é representado no culto africano, um falo humano ereto, simbolizando a fertilidade.

Por ser provocador, indecente, astucioso e sensual é comumente confundido com a figura de Satanás, o que é um absurdo dentro da construção teológica yorubá, posto que não está em oposição a Deus, muito menos é considerado uma personificação do Mal.Mesmo porque nesta religião não existem diabos ou mesmo entidades encarregadas única e exclusivamente por coisas ruins como fazem as religiões cristãs, estas pregam que tudo o que acontece de errado é culpa de um único ser que foi expulso, pelo contrário na mitologia yoruba, bem como no candomblé cada uma das entidades (Orixás) tem sua porção positiva e negativa assim como nós mesmos.

De caráter irascível, ele se satisfaz em provocar disputas e calamidades àquelas pessoas que estão em falta com ele. No entanto, como tudo no universo, possui de um modo geral dois lados, ou seja: positivo e negativo. Exu também funciona de forma positiva quando é bem tratado. Daí ser Exu considerado o mais humano dos orixás, pois o seu caráter lembra o do ser humano que é de um modo geral muito mutante em suas ações e atitudes.

Conta-se na Nigéria que Exu teria sido um dos companheiros de Oduduà quando da sua chegada a Ifé e chamava-se Èsù Obasin. Mais tarde, tornou-se um dos assistentes de Orunmilá e ainda Rei de Ketu, sob o nome de Èsù Alákétú.

A palavra elegbara significa “aquele que é possuidor do poder (agbará)” e está ligado à figura de Exu.

Um dos cargos de Exu na Nigéria, mais precisamente em Oyó, é o cargo denominado de Èsù Àkeró ou Àkesán, que significa "chefe de uma missão", pois este cargo tem como objetivo supervisionar as atividades do mercado do rei.

Exu praticamente não possui ewós ou quizilas. Aceita quase tudo que lhe oferecem.

Os yorubás cultuam Exu em um pedaço de pedra porosa chamada Yangi, ou fazem um montículo grotescamente modelado na forma humana com olhos, nariz e boca feita de búzios. Ou ainda representam Exu em uma estatueta enfeitada com fileiras de búzios tendo em suas mãos pequeninas cabaças onde ele, Exu, carrega diversos pós de elementais da terra utilizados de forma bem precisa, em seus trabalhos.

Exu tem a capacidade de ser o mais sutil e astuto de todos os orixás. E quando as pessoas estão em falta com ele, simplesmente provoca mal entendidos e discussões entre elas e prepara-lhes inúmeras armadilhas. Diz um orìkì que: “Exu é capaz de carregar o óleo que comprou no mercado numa simples peneira sem que este óleo se derrame”. E assim é Exu, o orixá que faz: O erro virar acerto e o acerto virar erro.

Èsù Alákétú possui essa denominação quando Exu, através de uma artimanha, conseguiu ser o Rei da região, tornando-se um dos Reis de Ketu. Sendo que as comunidades dessa nação no Brasil, o reverenciam também com este nome.

Todos os assentamentos de Exu possuem elementos ligados às suas atividades. Atividades múltiplas que o fazem estar em todos os lugares: a terra, pó, a poeira vinda dos lugares onde ele atuará. Ali estão depositados como elemento de força diante dos pedidos.

No Brasil, no candomblé, Exu é um dos mais importantes Orixás e sempre é o primeiro a receber as oferendas, as cantigas, as rezas, é saudado antes de todos os Orixás, antes de qualquer cerimônia ou evento. O Exu Orixá não incorpora em ninguém para dar consultas como fazem os Exus de Umbanda, eles são assentados na entrada das casas de candomblé como guardiões, e em toda casa de candomblé tem um quarto para Exu, sempre separado dos outros Orixás, onde ficam todos os assentamentos dos exus da casa e dos filhos de santo que tenham exu assentado.

É astucioso, vaidoso, culto e dono de grande sabedoria, grande conhecedor da natureza humana e dos assuntos mundanos daí a assimilação com o diabo pelos primeiros missionários que, assustados, dele fizeram o símbolo da maldade e do ódio. Porém "(...)nem completamente mau, nem completamente bom(...)", na visão de Pierre Verger no texto de sua autoria "Iniciação" - contido no documentário "Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia", Exu reage favoravelmente quando tratado convenientemente, identificado no jogo do merindilogun pelo odu okaran.

Exu recebe diversos nomes, de acordo com a função que exerce ou com suas qualidades: Elegbá ou Elegbará, Bará ou Ibará, Alaketu, Agbô, Odara, Akessan, Lalu, Ijelu (aquele que rege o nascimento e o crescimento de tudo o que existe), Ibarabo, Yangi, Baraketu (guardião das porteiras), Lonan (guardião dos caminhos), Ian (reverenciado na cerimônia do padê).

A segunda-feira é o dia da semana consagrado a Exu. Suas cores são o vermelho e o preto; seu símbolo é o ogó (bastão com cabaças que representa o falo); suas contas e cores são o preto e o vermelho; as oferendas são bodes e galos, pretos de preferência, e aguardente, acompanhado de comidas feitas no azeite de dendê. Aconselha-se nunca lhe oferecer certo tipo de azeite, o Adí, por ser extraído do caroço e não da polpa do dendê e portar a violência e a cólera. Sua saudação é "Larôye!" que significa o bem falante e comunicador.

Sacrificio para Exu

Na nação de angola ou candomblé de Angola Exu recebe o nome de Aluvaiá, Bombo Njila, Pambu Njila, e Legbá, no Candomblé Jeje.

Não deve ser confundido com a entidade Exu de Umbanda.

Origem: Wikipédia

Gotas

Aguas Abençoadas

Photobucket
Blog Olhos d'Água d'Oxum

Eu Amo o Brasil

Blog Olhos d'água d'Oxum

Blog Olhos d'água d'Oxum

Agora você tem a oportunidade de ter uma LOJA VIRTUAL DA POLISHOP! Não percam essa oportunidade, o mundo virtual de oportunidades te espera! Tenha ótimos lucros sem sair de casa! Mais informações>>>>>ojuomim_55@hotmail.com ou (15)3226-8830
Blog Olhos d'água d'Oxum

Brinque com ele Dourad'oxum

Alimente ele clicando na latinha.

Obrigada Mamãe Oxum

Vamos brincar um Pouco!!!