Que Mamãe Oxum lhe cubra com seu manto dourado

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oração a Xango

Gotas
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ORAÇÃO A XANGÔ

Bondoso São Jerônimo, o vosso nome Xangô, nos terreiros de Umbanda, desperta as mais puras vibrações. Protegei-nos, Xangô, contra os fluidos grosseiros dos espíritos malfazejos, amparai-nos nos momentos de aflição, afastai de nossa pessoa todos os males que forem provocados pelos trabalhos de magia negra.

Rogamo-vos, também, São Jerônimo, usar de nossa influência caridosa junto às mentes daqueles que por ambição, ignorância ou maldade, praticam o mal contra os seus irmãos empregando as forças elementais e astrais inferiores. Iluminai a mente desses irmãos, Afastando-os do erro e conduzindo-os à prática do bem.

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Assim Seja!

Kaô Cabecilê

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Apresentação-Mãe Beth

Gotas
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Sou Mãe Beth de Oxum,filha de Santo de Luiz Carlos de Oxosse,nascida(Iniciada) na Relegião aos (oito) 8 anos de idade.
Recebi meus dekas(Direitos) como Yalorixá de Candomble em 1993 com o cargo de Ebóme de Xoroque em (MS) Mato Grosso do Sul.Onde tenho meu Ilé a 22 anos Tenho hj 43 anos de Santo,
Vou deixar aqui as Origens de todos os Orixas,De Onde vieram,O que foram,Quem foram,O que fazem,O que comem, como são e qual suas cores,seus dias,como agem,suas qualidades,Suas Folhas,Suas Danças,Suas Origens Beneficio que trazem,Filhos de quem são e ate mesmo suas qualidades.
Cada Pagina um Orixá,Cada Orixá um conto,cada conto um Sonho,cada sonho uma Historia,cada Historia uma Realidade que nos leva a crer em que os Orixas estão sempre nos acompanhando para nos proteger.
Espero que Gostem de suas Historias,E aos que estão entrando agora por pura Curiosidade ,conhecimento ou ate mesmo por nessecidade Sejam Bem Vindo.Que os Orixás proteja a todos,e em Especial que minha mãe Oxum jogue sobre todos seu manto Dourado lhes dando mto axé,e que meu Pai Ogum proteja a todos com sua Espada não deixando que nada de mal aconteça.

Gotas

Que Oxum me dê a serenidade para agir de forma consciente e equilibrada. Tal como suas águas doces – que seguem desbravadoras no curso de um rio, entrecortando pedras e se precipitando numa cachoeira, sem parar nem ter como voltar atrás, apenas seguindo para encontrar o mar – assim seja que eu possa lutar por um objetivo sem arrependimentos.
Ora yeyêo Oxum!
Gotas
Eu estou vivo porque tenho ogun como meu escudo ,caminho porque ogun é a estrada , não envergo pois ogun é o aço (ferro), sou alegre porque ogun me da prazer. ogun é o ar que eu respiro , é minha vida , meu pai , meu amigo , meu irmão , meu pensamento , minha carne , meu sangue , minha alma. ogun é meu tudo !!!" quem te conhece sabe que esse lindo orikí é praticamente a descrição da tua vida

Patacori Ogum
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A Origem do nome Quimbanda

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Com esse vocábulo,Quimbanda, acontece a mesma incompreensão sobre o seu termo de origem.

Muitos chegam a afirmar que Quimbanda é o lado negativo da Umbanda; e para ser mais claro, dizem, onde se pratica a magia negra.

Como nós já sabemos a magia não tem cor, nem é branca, nem é negra; magia é só uma. O bem ou o mal está na intenção de cada um, pois se é verdade que podemos pensar positiva ou negativamente, verdade é que tudo que desejarmos ao próximo, receberemos em dobro.

Entretanto este substantivo feminino, Quimbanda, não sofreu influência do nosso linguajar; ele acha-se dentro do nosso conteúdo gramatical, da mesma maneira real que surgiu de sua verdadeira fonte de origem, que é o Quimbundo*.

Então Quimbanda tem sua fonte de origem no Quimbundo que é uma mistura de dialetos africanos, criado pelo governo para ser ensinado nas escolas das colônias portuguesas, afim de que todos angolenses se entendessem entre si nas regiões tribais de Angola e Moçambique.

Baseado nesta estrutura vejamos: quim ou kim, quer dizer em linguagem africana, médico ou grão-sacerdote dos cultos Bantos. Banda quer dizer lugar ou cidade.

Resumindo, chegamos à conclusão de que em nosso idioma, quimbandeiro quer dizer Grão-sacerdote dos cultos Bantos, vindos de Angola, Moçambique e Benguela.

* Língua banta dos bundos ou ambundos (Angola, África); ambundo, andongo, bundo, dongo, luanda, quindongo, e língua de Angola.




]TECNOLOGIA OCULTISTA DA UMBANDA

Tancredo da Silva Pinto

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Ortodoxa Adora a Deus

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A Igreja Ortodoxa adora a Deus com o mesmo espírito com o qual ele é adorado no Céu (segundo as revelações presentes em Isaías, Ezequiel e no Apocalipse). Isso supõe a utilização de elementos externos como o incenso, as velas, as vestes litúrgicas, as prostrações, do momento em que adorar a Deus na terra comporta uma experiência que envolve também o corpo. A Igreja venera a cruz, os evangelhos, as imagens de Cristo e, por extensão, todos os ícones dos santos. Prestando-lhes homenagem, o fiel se volta ao Protótipo por ele representado (Cristo).

Todo ato litúrgico da Igreja Ortodoxa não é, absolutamente, vivido como uma ostentação triunfalística, pois os sinais servem para convidar o fiel a voltar o próprio olhar sobre si e não para fora de si. A Liturgia não quer atingir a imaginação nem seu fim é doutrinar e submeter os fiéis ao poder de outros homens que decidam por eles. A Igreja e a Liturgia outra coisa não são do que um ambiente no qual saímos de nós fisicamente e espiritualmente para conseguir sempre mais e sempre melhor voltar o próprio olhar em si mesmo, lugar no qual Deus se revela. Para tal fim, é indispensável abrir os olhos do coração, isto é, da própria interioridade.

O primeiro exercício que o fiel deve cumprir é o de afastar-se dos pensamentos e das fantasias da vida mundana, fazer um profundo silêncio sobre si. Somente assim os sinais e os símbolos litúrgicos começam a interpelar e a interagir com a interioridade do homem.

A Liturgia, com os seus gestos e palavras, entra, envolve e “prende” o cristão de dentro para fora. O resultado é aquele de sentir de maneira clara e sensível a intervenção de algo novo, de uma força anteriormente desconhecida. Tal força, que se faz sentir claramente em quem começa a abrir os olhos diante deste tipo de experiência, tradicionalmente é chamado pela Igreja com o termo “Graça”. É somente assim que a Igreja, em lugar de ser transformada pelo mundo, transforma o mundo e, através do culto prestado a Deus, confessa aquilo que crê e que vive, terminando por irradiar uma realidade que não é humana (“Eu vos dou a paz, minha paz eu vos dou. Não como o mundo a dá, eu a dou para vós...” Jo 14,27).

Naturalmente, sendo como uma reunião, a Liturgia exige empenho. As palavras cantadas devem, tornar-se mentalidade e vida de quem as canta e isso pode perturbar o cansado e ignorante cristão moderno.

Outro elemento que particularmente perturba o homem de hoje é o tempo dedicado ao culto. No Ocidente, uma Missa dominical que supere meia hora traz cansaço. No Cristianismo Ortodoxo, a Divina Liturgia (a Santa Missa) dura ao menos uma hora e meia. Se ainda é precedida de algum outro ofício, dura duas horas e meia. Dá-se o caso em que diversos ofícios com a Divina Liturgia durem também 12-13 horas, tendo início à tarde e terminando na manhã seguinte. Neste caso, estamos diante das assim chamadas “Vigílias”ou “Agripnie”. Experiências deste tipo mostram a extrema relatividade do tempo e fazem entrar num outro tipo de dimensão onde Liturgia e vida coincidem. Tudo isso nada mais é do que uma antecipação daquilo que será o Paraíso no qual não existirá o tempo, mas um eterno presente.

Contudo, o tempo litúrgico é um elemento que o cristão ortodoxo vive de modo profundamente diverso em comparação com o cristão ocidental. Enquanto que no Ocidente o cristão é “obrigado” a permanecer firme em seu posto, a estar atento, a não sair da igreja antes do tempo, no Oriente o cristão se aproxima da Liturgia com o espírito com que o sedento se aproxima da fonte. Quanto maior a sede, maior sua vontade de beber. E a fonte não pára de jorrar água, estando ali para isso.

Estás cansado? Ninguém te obriga a permanecer (na Ortodoxia não existe o preceito festivo, ou seja, a obrigação de ir a Missa no domingo). Estás com sono? Por um momento, dorme! (Às vezes os visitantes não ortodoxos ficam um pouco desconcertados quando vêm algum monge dormindo na igreja durante os longos ofícios matutinos).

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Ortodoxa

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A segunda religião com o maior número de seguidores no Reino da Baviera é com certeza a Igreja Ortodoxa. Aqui, tentaremos de forma breve explicar as diferenças superficiais entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa.

A origem da Igreja Ortodoxa data da fragmentação do Império Romano, quando este se dividiu em Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente, que mais tarde se tornaria o Império Bizantino. Enquanto o catolicismo, religião da metade ocidental do império, tinha seu centro em Roma, os ortodoxos, da metade oriental, tinham como seu centro a cidade de Constantinopla. Por terem se desenvolvido isoladamente, ambas as religiões absorveram tradições diferentes de suas regiões. A Igreja Ortodoxa acabou assimilando muito do misticismo das religiões pagãs eslavas e gregas, desenvolvendo desta forma suas próprias doutrinas e sua própria liturgia, muito mais intrincadas e ritualísticas do que as da Igreja Católica. Cada detalhe de uma missa ortodoxa é imbuído de um profundo significado místico.

A primeira diferença, e talvez mais importante, entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa reside no fato de que a liturgia ortodoxa está escrita em grego, ao invés de latim, como a dos católicos. Outro ponto de conflito reside na adoção do celibato. Enquanto o catolicismo roga que seu clero deve manter o celibato como forma de poder devotar sua vida exclusivamente a compreensão dos segredos do espírito, os ortodoxos afirmam que para que um sacerdote possa compreender completamente as necessidades espirituais de seu rebanho, ele deve viver como parte do mesmo. Afinal, como poderia um padre ortodoxo aconselhar um fiel espiritualmente sobre o seu casamento, se este também não fosse casado? Assim sendo, é permitido aos padres da Igreja Ortodoxa que se casem e tenham filhos, e esta permissão é duramente criticada pelos católicos.

Outra das mais importantes características da Igreja Ortodoxa reside na Iconoclastia. A Iconoclastia é um dos principais dogmas dos ortodoxos e foi resultado de uma revolta entre duas correntes teológicas em Constantinopla no século VII. Basicamente, a Iconoclastia roga que nenhuma imagem pode ser imbuída do significado divino que ela representa, porque isto faria com que o fiel deixasse de adorar o ideal, para adorar o ídolo; este é um dos maiores pecados que um cristão pode cometer. Portanto, nenhum artesão pode fazer uma estátua de um santo, pois teria como objetivo representá-lo à perfeição, tentando desta forma conceder à estátua a característica divina do santo. Já quando um artesão faz uma pintura de um santo, ele, deliberadamente, já não está buscando representá-lo de forma perfeita, pois um desenho não compreende as três dimensões de uma imagem real. Assim sendo, por causa da Iconoclastia, a Igreja Ortodoxa proíbe a execução e adoração de estátuas, mas não de pinturas. Em alguns casos, para frisar a característica efêmera de uma pintura, periodicamente artesãos pintam, nas paredes das igrejas, desenhos novos em cima dos antigos. A Iconoclastia também é um dos motivos do desenvolvimento dos belíssimos mosaicos bizantinos que adornam as igrejas ortodoxas e que são tão admirados por alguns membros do Clã Toreador.

A Igreja Ortodoxa também difere na hierarquia em relação à Católica. A liderança dos ortodoxos não é constituída por apenas uma pessoa, como no caso dos católicos, que se curvam perante apenas um Papa. A Igreja Ortodoxa é liderada por um Conselho de Arcebispos, cujo número tem variado muito ao longo do tempo, mas este número geralmente gira em torno de doze. Muitas vezes, porém, o Arcebispo de Constantinopla acaba agindo como líder no caso de um impasse na resolução do Conselho de Arcebispos. Antigamente a Bavária, e agora toda a Baviera, representa um dos Arcebispados, e o assento do arcebispo localiza-se na Catedral de São Basílio, em Budapeste.


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Umbanda, Paz e Caridade

Blog Olhos d'Água d'Oxum
Umbanda, Paz e Caridade

Umbanda, Paz e Caridade


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A Origem de uma Religião
Genuinamente Brasileira.

Não se pode negar que a Religião de Umbanda nasceu da mistura de diversas crenças, vindas de outras religiões. Talvez por isso a Umbanda seja a religião que recebe a todos, sem discriminações, principalmente de credo religioso, muito ao contrário do que acontece com o umbandista quando este é recebido por outras religiões, mas não vamos falar disso aqui.

O importante mesmo é termos total consciência de que a Umbanda veio da cultura afro, somada aos costumes indígenas tupiniquins, além é claro do sincretismo católico, este último uma mistura de amor e imposição. Claro que ainda existem influências orientais, cardecistas, místicas, uma verdadeira miscelânea de culturas.

Na minha opinião, a mais forte destas influências é do Candomblé, e tenho muito orgulho de afirmar isso, pois apesar de a Umbanda ter nascido a menos de 100 anos (primeiro registro oficial), sua raiz africada é milenar.

Pai Zélio Fernandino de Moraes foi quem registrou em cartório a primeira tenda Umbandista em 1908, sua casa, a Tenda de Umbanda Nossa Senhora da Piedade, não tocava atabaques, mas estes instrumentos do Candomblé foram incorporados a religião e hoje é difícil encontrar terreiro de Umbanda que não os possua em seus rituais. De onde veio isso?

Com certeza, esta influência veio de nossos queridos Pretos Velhos, entidades que se manifestam na Umbanda e que foram em vida, escravos de tempos antigos em nosso País. Estes negros escravos, trazidos da África eram adeptos do Candomblé, de diversas nações diferentes, e a Umbanda, ainda sem um código específico e singular, administra seus templos individualmente através das orientações de seus guias patronos, ou seja, quem determina certos fundamentos em uma casa de umbanda é o guia espiritual chefe desta casa, daí a forte influencia dos rituais de nação trazidos por nossos queridos Pretos Velhos.

Outra prova desta forte influencia e que também explica a entrada da cultura européia através da romana religião Católica, é o sincretismo dos Orixás (que vieram da África) com os santos católicos. Isso acontece simplesmente porque nossos antepassados negros, enquanto escravos, não podiam adorar Orixás e portanto adoravam santos católicos para não contrariar seus senhores, mas na verdade, quando um negro rezava para São Gerônimo por exemplo, estava em seu íntimo louvando a Xangô.

A religião de Pai Zélio, que está para completar 100 anos de seu primeiro registro oficial, é uma mistura de crenças, ainda em formação, e tomara que continue assim, pois a evolução humana não deve parar nunca, nunca devemos dizer que já sabemos de tudo e que isso é assim e assado. Tomara que a Umbanda continue evoluindo ainda mais e continue acima de tudo, uma religião eclética, sem preconceitos.

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Fonte:girasdeumbanda.com
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Aguas Abençoadas

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Eu Amo o Brasil

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Brinque com ele Dourad'oxum

Alimente ele clicando na latinha.

Obrigada Mamãe Oxum

Vamos brincar um Pouco!!!