Que Mamãe Oxum lhe cubra com seu manto dourado

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Exu da Meia Noite





Exu da Meia Noite,pertence à linha das almas ,é chefe de falange
Pertence a linha negativa de Xangô ,sendo serventia de Xangô Da Pedra Preta
Bebe licor ,marafo,conhaque,uísque,Fuma charutos,cigarrilhas ,trabalha muito com as moças bonitas(como é chamada as pomba-giras)
Uma de suas visões astrais é de um homem, com uma longa capa escura em volto de si
Sua guia é preto e branco,mas muito trabalham com vermelho e preto também,trabalha com velas vermelhas,pretas,brancas ,principalmente com vermelhas
Sua historia é de que em sua ótima encarnação ele tinha sido um rico barão,viveu em Santos,aos 40 anos ,foi a Portugal procurar uma esposa,que tinha 14 anos,casou-se com ela,em sua primeira transa ,ela era virgem,só em sua transa ,ela não sangrou,sendo que ele pensou que ela não era virgem.
Armou uma cilada pra ela,dizendo que ela tinha o traído,ela fugiu com índios ,sendo que ele para procurar ela matou quase uma tribo inteira de índios, quando ele a encontrou,ela tinha tido um filho dele.
Voltou a ficar com ela,depois de um tempo o filho dele morreu.
Não demorando muito tempo tiveram outro filho,que teve o mesmo destino do outro filho ,faleceu depois de uns anos.
Ele com remorso,contou a historia para sua esposa do que ele tinha armado ,ela o largou.
Foi morrendo aos poucos em cima de uma cama ,não comia,não tinha força mais pra se levantar,morreu aos poucos.
Sua história inteira esta no livro “O Guardião da Meia-Noite” de Rubens Saraceni.

www.terreirodeyansa.hpg.ig

Cabocla Jurema





Esta Cabocla é a Rainha das Matas, filha mais velha do Caboclo Tupinambá.Ela teve mais duas irmãs chamadas Jupira e Jandira.Presta sua caridade em qualquer Casa de Cultos de Umbanda somente por caridade, não admitindo cobranças pela consulta.
Sua legião é constituída de grandes entidades espirituais,espíritos puros que amparam os sofredores,utilizando o processo de passes-curas atravéz das ervas.
Normalmente a entidade cabocla jurema,quando está trabalhando,atrai a presença,vibração de todas as caboclas jurema ou seja,jurema da Cachoeira,Jurema da Praia,Jurema das Matas etc,pois na realidade todas são uma única vibração que trabalham com ambientes da natureza,ex::lua,sol,mata,chuva,vento etc.
Jurema trabalha dentro da necessidade de cada pessoa,transmitindo coragem e energia.
Tem sempre uma palavra de alento e conforto para aqueles que sofrem de enfermidades.
Ela nos ensina a suportar as dificuldades e nos dá coragem para suportá-los.
Em qualquer lugar onde você esteja,quando o desespero tomar conta e a coragem lhe faltar,chame pela Jurema e sentirá sua força amparando você.



Cabocla, sendo igualmente uma entidade espiritual que trabalha na linha de Oxossi, é uma "cabocla", ou divindade evocada no Catimbó, cultos afro-brasileiros e mais recentemente na  muito prestigiada e respeitada na Umbanda. Entidade Guia - Chefe da Linha de Oxossi.

  Ela trabalha na legião constituída de grandes entidades espirituais, espíritos puros que amparam os sofredores e mais necessitados, utilizando o processo de passes-cura através das ervas e pontos riscados.

Quando  trabalha, atrai a presença de vibrações de todos as Caboclas Jurema, ou seja, Jurema da Cachoeira, Jurema da Praia, Jurema da Mata etc, pois na realidade todas são uma única vibração que trabalham com os ambientes da natureza. ex: Sol, Lua, Chuva, Vento, Mata etc…

Jurema trabalha dentro da necessidade de cada pessoa, transmitindo coragem e energia e sempre orientando o devoto com palavras sábias e conforto para os devotos que sofrem de enfermidades.

Chame pela Jurema nas horas de dificuldade, pois essa cabocla sempre estará ali para ajudar seus filhos de Fé.


Para agradar a Cabocla Jurema:

  Vá em uma mata limpa, estique um pano verde e coloque sobre o pano verde, um vinho tinto rascante (para o Caboclo Oxossi), um coco verde (para a cabocla Jurema), substituindo o líquido de dentro do coco por vinho com mel, enfeitado com uma cesta de frutas, fitas verde e vermelha.
 

 Mensagem da Cabocla Jurema 



Ninguém pode guardar para si um pedaco da luz.
Se a luz é trancada ela se transforma em escuridão.
A luz só vive no coracão aberto.
Quem ama vive na paz e a paz é luz.

A tempestade só reina na escuridão,
ela nunca vem enquanto o sol está brilhando.
Vivemos na luz, vivemos na paz.
Quem vive na luz ilumina os caminhos escuros
e pode guiar aqueles que ainda não encontraram
o verdadeiro caminho.





Lampião / Baianos e Boiadeiros





A Linha dos Baianos é formada por Espíritos alegres, brincalhões e descontraídos. Gostam muito de desmanchar demandas. São conselheiros e orienertadores e gostam muito dos rituais em que trabalham, girando e dançando com passos próprios.
Agradecem às festas que lhe são oferecidas; bebem batida de coco e comem comidas típicas da cozinha baiana.
Os Baianos que se apresentam na Umbanda são Espíritos ligados ao Nordeste do nosso País, que viveram ou passaram parte de sua vida em Estados dessa região. Tiveram suas lições e aprenderam muito com os Mestres do Catimbó e da Pajelança. São os Espíritos responsáveis pela “esperteza” do homem em sua jornada terrena.
O Povo Baiano vem ao Terreiro para trazer seu Axé, sua Energia Positiva. A gira é sempre muito animada. São Entidades que tem muito a nos ensinar, sempre com uma resposta certeira e rápida para nossas questões. Com seus cocos, azeite de dendê , comidas e cantigas típicas da região, realizam trabalhos em prol da evolução espiritual de todos. Por terem vivido em épocas mais recentes, são Espíritos mais próximos de nós.
Na Linha de Baianos, enquadram-se também os Espíritos de Marinheiros, que tem sua ligação com o mar e Iemanjá, e os Caboclos Boiadeiros, que foram trabalhadores do Sertão Nordestino.
Também desce na Linha de Baianos o nosso amigo Sr. Zé Pelintra, que é Mestre do Catimbó e que também trabalha nas Linhas de Exu e Preto Velho. Suas rezas , comidas , bebidas e danças, são apropriados para cada ocasião.
No desenvolvimento de suas giras, os Baianos trazem como mensagem a forma e o saber lidar com as adversidades de nosso dia-a-dia, com a alegria, a flexibilidade, a magia e a brincadeira sadia.
Médiuns introspectivos, quando incorporados de seu Baiano ou Baiana acabam se libertando e demonstrando alegria e descontração. Outros, que já são descontraídos por sua própria natureza, aprendem a desenvolver com seus Baianos outras qualidades, como a força de viver diante dos problemas e situações cotidianas e o amparo ao próximo, transformando a tristeza em alegria e esperança. O que se pode dizer é que estamos sempre aprendendo com os Baianos.
As Linhas de Baianos, assim como as de Boiadeiros, são consideradas Auxiliares, de Trabalho ou Do Meio, com suas Legiões e Falanges. São oriundas de manifestações de regiões brasileiras dentro da Linha de Caboclos.
Baianos e Boiadeiros costumam trabalhar para o descarrego e o equilíbrio. O dia dedicado a eles depende de cada região, costume e devoção:
Dia 09 de abril, Sr. Zé Pelintra – Linha de Baianos, 25 de novembro, dia das Baianas, 13 de julho, Santo Antonio – Boiadeiros de Ogum etc.
MANIFESTAÇÃO DOS BAIANOS EM TERREIROS
Nas décadas de 50 e 60, ao mesmo tempo em que a Umbanda se firmava em São Paulo, via-se crescer o fluxo migratório do Nordeste; esse grande êxodo acabou por transformar a cidade em uma das maiores metrópoles do mundo. Nesse grande fluxo destacaram-se os nordestinos, que vieram para trabalhar na Construção Civil e na Indústria Automobilística, então em grande expansão.
Popularmente, na cidade de São Paulo o nordestino sempre foi associado ao trabalho duro, pobreza e analfabetismo, restando a ele os bairros mais periféricos e as regiões mais precárias para morar.
Com todos os problemas decorrentes do exagerado crescimento populacional, sempre se buscou um “culpado”, todos sempre se voltaram contra o “intruso”, o “cabeça chata”, o ignorante nordestino.
Em São Paulo, assim como todo oriental é rotulado de “japonês”, todo nordestino é pejorativamente chamado de “baiano”, com todo caráter negativo que se tornou inerente a essa expressão.
Surpreendentemente, nos Terreiros de Umbanda paulistas o Baiano conseguiu alcançar grande popularidade. Como a Umbanda sempre caracterizou se por abrigar Espíritos de diversas correntes, essas Entidades Nordestinas foram sempre muito bem acolhidas. O caráter de luta e irreverência do nordestino migrante parece ter sido o fator mais importante para sua aceitação dentro dos Terreiros.
Durante as giras sempre dão demonstrações de intensa alegria, apresentando fortes traços regionais, usando chapéus de couro ou palha, lembrando os Cangaceiros. Com seu jeito valente, não levam desaforo para casa. Por outro lado, possuem também características de pacientes, e todos gostam de ouvir seus conselhos. Costumam ser também carinhosos, e passam sempre segurança.
Essas diferenças de comportamento podem ser observadas em regiões distintas da cidade; enquanto num Terreiro de um bairro mais periférico observa-se uma incorporação de Baiano com características mais duras, em que parecem ser mais briguentos e falam muito alto, em um Terreiro localizado em um bairro de classe média a incorporação de Baiano é mais mansa e a Entidade manipula essências aromáticas, ervas, flores e velas coloridas. Sob esse aspecto, podemos observar que tudo vai depender da forma de trabalho do chefe da casa e de seus médiuns.
Apesar das diferenças, todos tem em comum a popularidade. São muito queridos e fazem sucesso em realidades sociais distintas.

Extraido da Revista Espiritual de Umbanda




Fios de Conta




Fio-de-contas são colares normalmente feitos de miçangas coloridas de acordo com o Orixá, Inkice, Vodun, cada fio-de-conta tem um significado, através do fio-de-conta é que se pode saber o grau de iniciação de uma pessoa do candomblé, e a que nação pertence.
Nunca é feito com fio-de-nylon, é sempre feito com cordonê para absorver o axé do amassí e do abô feito de folhas sagradas a que é submetido e outros axés.
Pode ser chamado de fio-de-conta desde um fio único de miçangas até um colar com vários fios presos por uma ou várias firmas.
A quantidade de fios pode variar de uma nação para outra na correspondência de cargos, pode ser feito de gomos intercalados com firmas.
Na hierarquia do candomblé toda pessoa que entra para a religião será um abian e ficará sendo até que se inicie.
Tipos de fio-de-contas
· "Ian, Inhã ou Yian" - ao abian só é permitido o uso de fio-de-contas simples de um fio só, um na cor branco leitoso que corresponde à Oxalá, Lembá, Lissa, de acordo com a nação e um na cor do Orixá da pessoa quando já tenha sido identificado, dessa forma pode-se saber que a pessoa é um abian e qual é seu Orixá.
· "Delogum ou Delogun" - ao Iaô é permitido usar o delogun que é um fio-de-contas formado por vários fios de miçangas (a quantidade de fios pode variar de acordo com a nação) tendo como fecho uma "firma" que pode ser africana ou nacional, também pode ter o fecho de búzios dependendo da nação e do Orixá/Nkisi/Vodun do Iaô.
· Um egbomi usa colares de um fio só, com contas de cristal ou miçangas na cor do Orixá intercaladas com corais ou firmas africanas.
· A posição de uso do fio-de-contas, também tem suas características próprias, o abian e o Iaô e os egbomis de santa mulher sempre usarão na posição vertical pendurado no pescoço. Já os egbomis de santo aboró poderão usar na transversal sobre um ombro só cruzando o abdomem.
Materiais usados para fazer o fio-de-conta
· miçangas
· contas de cristal
· búzio
· coral
· coral da terra
· azeviche
· âmbar
· prata
· bronze
· ouro
Tipos de fio-de contas
· brajá
· Humgebê

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As Roupas do Candomble

Gotas

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Vestuario do Candomblé
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Roupa de ração é a roupa usada diariamente em uma casa de Candomblé. São roupas simples feitas de morim ou cretone.
As roupas de ração podem ser coloridas ou brancas, dependendo da ocasião na roça de candomblé. Compõem o jogo: saia (axó) de pouca roda para facilitar a movimentação, singuê (espécie de faixa amarrada nos seios que substitui o sutian), camisu ou camisa de mulata, geralmente branco e enfeitado com rendas e bordados, calçolão (espécie de bermuda amarrada por cordão na cintura, um pouco larga para facilitar a movimentação e proteger o corpo em casos que se é necessário sentar no chão), pano da costa e o ojá, um pano que se amarra à cabeça.
O axó tem uma representação muito grande no Jeje. A roupa fala de um simbolismo muito especial, que além de ético e moral, os axós dão para as mulheres posição e postura. É bonito se notar a forma e a reverência que estas roupas expressam em sua aparência e jeito: respeito acima de tudo! As mulheres de jeje, especialmente o mahin, quanto a composição de singuê, de xokotô (espécie de calça, também chamado "cauçulu"ou calçolão"), saia, e camisu, compoem seu axó.
O vestuário de uma Iyalorixá é diferente das roupas usadas pelas ekédis e yaôs, é caracterizada pelo uso da "Bata" que é usada por fora da saia com o camisu por baixo, nas casas tradicionais somente a Iyalorixá pode usar, se ela permitir suas filhas egbomis podem usar também, mas nunca permitirá o uso da Bata por uma ekédi, Yaô ou abian.
A Bata é símbolo de cargo ou posto dentro da hierarquia do candomblé. O pano da costa dobrado sobre o ombro também tem sua representação, é um símbolo de cargo pois as Yaôs o usam amarrado no peito, as egbomis na cintura e Iyalorixás no ombro.
Normalmente, saias e Batas de bordado richelieu , também só são usadas pelas Iyalorixás, assim como o pano da costa de Alaká africano.
Os turbantes também chamados de torço ou ojá, usados na cabeça normalmente são maiores e mais ornamentados, assim como determinados fio-de-contas não podem ser usados por pessoas que não tem cargo, o (fio de ouro)por exemplo só pode ser usado por Iyalorixás com mais de 50 anos de Santo, símbolo de senioridade (como o usado por mãe Menininha).

Além do simbolismo do vestuário, existem muitos objetos que podem ser caracterizados e usados somente por Iyalorixás e Babalorixás, o anél de ouro com um búzio incrustado é um deles. O brinco de ouro com búzio antes também exclusivo das iyalorixás tornou-se de uso comum, sendo usado até por pessoas que não fazem parte da religião.
Na nação Jeje o uso do Humgebê só é permitido a quem já fez a obrigação de sete anos, ou melhor, é quando a pessoa recebe o hungebê que passa a ser um vodunsi.
Outra característica do vestuário é o uso do Ojá na cabeça, no Candomblé Jeje quem é de santo aboró usa o ojá com uma aba, e quem é de santa Iyabá ou Aiabá usa duas abas.
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Mediunidade

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Mediunidade

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A mediunidade é o nome atribuído pelo espiritismo a uma faculdade que permitiria uma suposta comunicação entre homens e espíritos. Dentro dessa concepção, ela se manifestaria de forma mais ou menos ostensiva em todos os indivíduos. Porém, usualmente apenas aqueles que a apresentassem num grau mais perceptível seriam chamados médiuns.
Um espírito que desejasse comunicar-se entraria em contato com a mente do médium e, por esse meio, se comunicaria oralmente (psicofonia), pela escrita (psicografia), ou ainda se fazendo visível ao médium (vidência). Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, descreve também fenômenos de ordem física, como batidas (tiptololigia), escrita direta (pneumatografia), voz direta (pneumatofonia), e ainda materializações ectoplasmáticas em que o espírito desencarnado se faz visível e até palpável aos presentes no ambiente onde ocorra o fenômeno. Outras formas de comunicação com os espíritos podem ser encontradas em O Livro dos Médiuns.

Enquanto no meio espírita utiliza-se a palavra médium para designar o indivíduo que serve de instrumento de comunicação entre os homens e espíritos, outras doutrinas e correntes filosóficas utilizam termos como clarividente, intuitivo, sensitivo. No entanto, o significado desses termos é, pode ser considerado por alguns com o mesmo significado, porém cada um pode ser disguinguido como uma faculdade sensitiva diferente. Medium seria aquele que serve de elo entre o mundo em que vivem os espiritos (quarta vertical, quartal dimensão, mundo astral...) e o mundo terreno, assim este se abre para que o espirito se utilize dele. Clarividente é aquele que tem capacidade de enxergar a quarta vertical através da "terceira visão". Intuitivo é aquele que tem capacidade de sentir a cadeia dos acontecimentos e assim preve-los, assim sensitivo também se adequaria a está faculdade.

Os parapsicólogos forenses, também conhecidos como investigadores psíquicos (do inglês Psychic Witness), são médiuns que trabalham em conjunto com a polícia na investigação de crimes de difícil solução (inexistência de testemunhas, escassez de provas, excesso de suspeitos,...). O papel desses médiuns, segundo Sérgio Pereira Couto em artigo na revista Ciência Criminal , "consiste basicamente em captar sensações sobre o que aconteceu nos locais dos crimes e passar as informações para que os detetives tomem as devidas providências administrativas, incluindo a detenção de suspeitos para interrogatório".
Com o sucesso dos seriados em canais pagos que tratam do tema, as polícias de diversos estados americanos passaram a admitir em público o uso de médiuns em investigações onde a tecnologia mostra-se insuficiente.
O Discovery Channel elaborou um documentário para tratar desse tema, reportando as atividades de quinze investigadores psíquicos no apoio às polícias de diversos estados americanos, como a Califórnia, Ohio, a Pensilvânia, a Louisiana e o Arizona.
Sally Headding, uma respeitada clarividente americana, formada em psicologia clínica e Ph.D. pela Universidade de Berkeley (Califórnia), aponta que atualmente o principal problema da popularidade dos investigadores psíquicos nos EUA é o surgimento de uma série de falsos médiuns que se apresentam para ajudar a polícia em casos de grande repercussão. No entanto, Sally afirma que os verdadeiros médiuns dificilmente procuram a polícia, ao contrário, são convidados por esta para colaborar nas investigações.
No Brasil, o uso de médiuns em processos da Justiça é reconhecido oficialmente apenas no Estado de Pernambuco, onde a Constituição Estadual, além de legitimar o testemunho de médiuns, prevê como obrigação daquele Estado e dos seus municípios a prestação de "assistência à pessoa dotada dessa faculdade, [desde que] comprovado por profissionais especializados". Essa comprovação é justamente um mecanismo para que se tenha certeza de não se tratar de um caso de charlatanismo.
Textos psicografados por médiuns como Chico Xavier e Jorge José Santa Maria (da Sociedade Beneficente Espírita Amor e Luz, no Município de Porto Alegre) já foram incorporados a processos criminais na forma de provas documentais.

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OMOLOCO

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NAÇÃO OMOLOCO


Certos da importância da cultura negra e ameríndia em nosso país, decidimos compartilhar as informações que foram pesquisadas sobre o ritual religioso conhecido como Nação de Omoloko. Como em todas os rituais que compõem a religião afro-ameríndia-brasileira, há variações entre uma casa de culto e outra onde o ritual de nação Omoloko é praticado.
A importância de se conhecer um pouco desse ritual está ligada a própria história do NEGRO e do ÍNDIO em nosso país. Tradicionalmente européia, Santa Catarina registra em seu passado histórico um forte domínio da cultura branca, a começar pelos próprios portugueses açorianos que povoaram o litoral sul do Brasil, além é claro dos alemães e italianos, hoje fortemente representados e reconhecidos em todo território nacional pelas festas de outubro.
Onde entram as parcelas Negra e Ameríndia na formação cultural do Sul do Brasil ? Partindo de uma pesquisa sobre a cultura afro-brasileira da Grande Florianópolis, decidimos tornar público o material pesquisado, possibilitando uma viagem pela história que até pouco tempo era contada sem a preocupação do registro formal, tão necessário para a sua permanência na posteridade. Durante a pesquisa realizada sobre os rituais afro-brasileiros existentes na Grande Florianópolis, identificamos a Umbanda como sendo a prática ritualística mais tradicional ainda em atividade. Ela apresenta-se com diversas sub-denominações para seus rituais entre as quais Umbanda de Omoloko. O Omoloko, apresenta-se como um segmento de origem africana que surgiu no Brasil oriundo de uma miscigenação que ocorreu na época da escravidão. Afinal, os rituais religiosos que encontramos atualmente nos terreiros são heranças de um tempo onde a cultura negra era envolvida num sincretismo que unia os orixás africanos aos santos católicos. Nas senzalas, a cultura negra ricamente representada era mantida de forma original aos olhos dos negros e paramentada com formas e objetos que pudessem satisfazer os interesses dos senhores donos das terras. Como relatam inúmeros autores que escreveram sobre religião afro-brasileira, por baixo das imagens de santos católicos estavam "assentados" os Orixás.
O Omoloko é originário do Rio de Janeiro, que também serviu de berço para o surgimento da Umbanda, conforme relatam alguns estudiosos. No Rio de Janeiro, antes mesmo da origem oficial da Umbanda (1908), já eram comuns práticas afro-brasileiras similares ao que hoje conhecemos como Cabula e Omoloko. A cultura de um país é avaliada pelos reflexos conjunturais das atividades: científicas, artísticas e religiosas de um povo. Evidentemente essa cultura foi adquirida aos poucos, advindas de outras culturas através dos séculos. Segundo Tancredo da Silva Pinto, Tatá Ti Inkice, em seu livro Culto Omoloko - Os Filhos de Terreiro - Omoloko é uma palavra yoruba, que significa: Omo - filho e Oko - fazenda, zona rural onde esse culto, por causa da repressão policial que havia naquela época, os rituais eram realizados na mata ou em lugar de difícil acesso dentro das fazendas dos donos de escravos. Talvez por causa disso hoje temos as denominações de “terreiro e roça” para os lugares onde os cultos afro-brasileiros são realizados. Nesse culto os orixás possuem nomes yoruba (Nagô), até seus Oriki (tudo aquilo que se relaciona ao Orixá) e seu Orukó (nome) são trazidos através do jogo de búzios ou Ifá. Seus assentamentos parecem-se com os do candomblé Nagô. Os Exus também são feitos de argila a semelhança de uma pessoa ou então simbolicamente em ferro. Podemos relacionar o significado da palavra Omoloko também ao Orixá Okô, a deusa da agricultura, que era adorado nas noites de lua nova pelas mulheres agricultoras de inhame. Antigamente, o Orixá Oko era muito cultuado no Rio de Janeiro. Esse Orixá era assentado junto com Oxossi, o que viria dar maior consistência a origem do culto Omoloko que é fortemente influenciado por Oxossí. O culto a Oxóssi é o que melhor marca o contexto religioso dos negros afro-brasileiros, bastando que para isso notarmos o destaque dado ao culto de caboclo, que está intrinsecamente ligado a Oxossi. Também segundo o Tatá Ti Inkice Tancredo da Silva Pinto, considerado o organizador do culto Omoloko no Brasil, na África, os sacerdotes do culto Omoloko realizavam suas liturgias em noites de lua cheia sob a copa de uma frondosa árvore carregada de frutos parecidos com maçã. Segundo ele, o culto Omoloko chegou ao Brasil proveniente do sul de Angola, onde era praticado por uma pequena nação pertencente ao grupo Lunda-Quiôco que ficava as margens do rio Zambeze, que chamavam Zâmbi e que lhes fornecia alimentação no período das cheias.

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Cigana Rosa dos Ventos






Rosa dos Ventos é muito conhecida como Pomba-Gira Cigana, na linha do oriente, bem incorporada, chega sempre alegre e sorrindo, costuma sempre se vestir Blusa Vermelha com Rendas preta ou Babados e sua saia Preta bem rodada com babados e bolso na frente onde guarda o seu baralho, e seu perfume. Tem com ela um leque com renda dourada nas bordas.

A cigana Rosa dos Ventos, como muita gente sabe… foi aquela cigana que habitava em Paris na época medieval. Por onde passava deixava olhos espertos por sua beleza, Sorrisos nos lábios por sua simpatia e corações batendo descompassados e muitos suspiros.

Rosa dos Ventos é uma entidade que vem na qualidade de Oxum e Yemanjá, é uma entidade rara, e sempre vem em médio mulher.

Era muito graciosa e carismática por isso conseguia com que todos daquela cidade gostassem muito dela, pois trazia também o dom da adivinhação e a clarievidencia com isso estava sempre rodeada de pessoas, “principalmente homens”. Era filha de Família Humilde, com muitos irmãos, as mulheres ela logo desenvolvia o dom da clarevidência, pois as acompanhavam nas ruas para ganhar dinheiro jogando baralho de adivinhação para o povo. Os homens cada um era ensinados para ter uma profissão. Nasceu e foi criada no mesmo país, mas sempre mudando de cidade. Vaidosa, gosta de jóias douradas (ouro) ou bijuteria, perfumes da melhor qualidade, champaign doce, e bebida de Anis, Cigarro feminino (longo de filtro branco).

Os médios que a tem geralmente tem o dom da adivinhação, ou de nascença ou por desenvolver com o tempo esse dom.

Quando ela se apresenta em médium que esta em fase de desenvolvimento, logo gosta de riscar seu ponto, porque trabalha muito com ponto de fogo e sendo assim precisa de seu ponto, trabalha muito com fase de lua e dia de numero impar, quando é preciso banho de ervas usa somente ervas cheirosa (doce).

Todas as pessoas que com ela faz trabalhos são bem sucedidas, principalmente com relação ao Amor.

Ao contrario das pomba-giras não trabalha em cimiterio, a maior força dos seus trabalhos estão nas luas cheia e crecente em dias que sejam números impar, melhores dias da semana segunda e sexta-feira.

Rosa dos Ventos gosta de cuidar de casos Amorosos e os faz para quem agradar com jóias ou bebida. No reino dos ciganos ela é Rainha ,nos acampamentos sempre o que se arruma primeiro é o lugar dela (seu trono). Geralmente para trabalhar traz com ela Exu Gira Mundo, Exu Tata Caveira, Exu 7 Punhal, Exu do Lodo, Exu Tiriri, Exu das Encruzilhadas.

Essa é a historia que conheço dessa entidade (Rosa dos Ventos). Trabalho com ela a mais de 30 anos e desconheço outra história ou lenda que possa dizer ao contrario.

Texto: Mãe Beth



Instrumentos usados no Candomblé


Instrumentos usados no candomble - Atabaques (Rum, Rumpi e Le)

O atabaque chegou no Brasil através dos escravos africanos, é usado em quase todo ritual afro-brasileiro, típico do Candomblé e da Umbanda e das outras religiões afro-brasileiras e influenciados pela tradição africana. De uso tradicional na música ritual e religiosa, empregados para convocar os Orixás, Nkisis e Voduns.

A percussão dos tambores ou Atabaque que varia de acordo com a nação do Candomblé. Essa percussão pode ser feita com as mãos ou com duas varetas de nome aguidavi, ou por vezes com uma mão e um aquidavi, dependendo do ritmo (toque) e do atabaque que está sendo tocado.

De origem Africana, o Berimbau é muito usado em Candomblé.

O agogô, tocado para marcar o Candomblé, também de tradição Alaketo, chama-se GAN.

- Quissange - Instrumento angolano constituído por pequenas barras de metal de diversos tamanhos, presas a uma base de madeira e tocadas pelos dedos polegares.

- Xequerê - De origem africana, também chamado AGBÊ ou simplesmente CABAÇA. Usado como instrumento em cultos afro-religiosos. São agitadas as miçangas ou sementes que a revestem em forma de rede para produzir um chocalho que sustenta os intervalos rítmicos.

- Balafon - Com forma de trapézio e um som melódico, ativo e excitante, o Balafon é confeccionado em barras de madeira que produzem notas quando tocadas. As barras são dispostas paralelamente e sob ele coloca-se cabaças de vários tamanhos para criar um sistema de amplificação do som. As barras são feitas de uma madeira dura chamada gouene-yori. Os fios que seguram as barras são feitos de pele de cabra ou cervo, que é mais resistente. O Balafon é tocado em cerimônias festivas em homenagem aos deuses, acompanhado de outros instrumentos.

COWBELL. De origem africana e de nome original “gã”, recebeu o nome de cowbell dado pelos americanos. O Cowbell também é usado no Candomblé como instrumento de marcação.
O cowbell bate-se com uma baqueta na extremidade fechada (x) e na extremidade aberta (o).


Fonte: Wikipedia
Edição: Mãe Beth

Aguas Abençoadas

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Brinque com ele Dourad'oxum

Alimente ele clicando na latinha.

Obrigada Mamãe Oxum

Vamos brincar um Pouco!!!