Que Mamãe Oxum lhe cubra com seu manto dourado

Macumba

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O conceito da macumba está tão arraigado na cultura popular brasileira, que são comuns expressões como "xô macumba" e "chuta que é macumba" para demonstrar desagrado com a má sorte. As superstições nesse sentido são tão grandes, que até mesmo para a Copa do Mundo foram criados sites para espantar o azar

Popularmente, a palavra macumba é utilizada para designar genericamente os cultos sincréticos afro-brasileiros derivados de práticas religiosas e divindades dos povos africanos trazidos ao Brasil como escravos, tais como os bantos, como o candomblé e a umbanda

Entretanto, ainda que macumba seja confundida com o candomblé e a umbanda, os praticantes e seguidores dessas religiões recusam o uso da palavra para designá-las

Outras acepções para o termo macumba são

Macumba, na acepção popular do vocábulo, é mais ligada ao emprego do ebó, feitiço, "despacho", coisa-feita, mironga, mandinga, muamba

Palavra usada no sentido pejorativo para se referir ao candomblé ou à umbanda

Diz-se mais comumente macumba que candomblé, no Rio de Janeiro, e mais candomblé do que macumba, na Bahia.

Popularmente, a palavra macumba é utilizada para designar genericamente os cultos sincréticos afro-brasileiros derivados de práticas religiosas e divindades dos povos africanos trazidos ao Brasil como escravos, tais como os bantos, como o candomblé e a umbanda.

Entretanto, ainda que macumba seja confundida com o candomblé e a umbanda, os praticantes e seguidores dessas religiões recusam o uso da palavra para d

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Escravidão e o Candomble

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Afrodecendentes


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O que a história não conta sobre a escravidão Gotas

Os negros não são autóctones do continente africano, mas de povos invasores das diversas tribos Acas, Bacassequeres, Boximanes, Hotentotes, Cacuisses e Mucancalas que se encontravam espalhado pelas regiões lacustres ou desérticas e que ao emigrarem para Etiópia estabeleceram duas correntes que ao utilizarem o istmo de Suez e o Vale do Nilo deram origem aos povos Nigricianos, e outra que seguiu pelo estreito de Bab-al-Mandab e que ao atingirem as montanhas ao sul do oriente da região dos Lagos acabaram formando os povos do tipo Bandu.

No momento em que as emigrações negras do norte da África cruzaram com a raça branca, elas formaram as populações Hamitas que invadiram as regiões dos Lagos e obrigaram os negros da raça Bandu e seus descendentes dos cruzamentos Bandus-Hamitas a um novo movimento migratório que invadiu o sul da África que era ocupado pelos aborígines Nigrilos que foram exterminados e escravizados pelos seus invasores, e com os cruzamentos realizados entre os Bantu e a população aborígine derivaram-se as atuais distinções etnográficas do sul da África deu origem para formação dos impérios do Congo, dos Vatuas e dos Maluas.

E no momento em que o rei de Portugal cujo povo irrequieto e bravo de sangue mesclado de Iberos, Celticos e Judeus e que já haviam realizado através de seus navegadores o contorno da terra negra e batizado a sua costa, e estudado as reentrâncias das baias, istmos e penínsulas para expandir o seu domínio e alargar a sua civilização, e para isto o monarca ordenou que fosse penetrado o interior do continente negro para ser desvendado os seus segredos.

Ao regressar a Portugal, o experimentado navegador português levou em sua armada uma numerosa embaixada de negros da corte congolense para serem instruídos na religião católica segundo os costumes da corte lusitana, após passar um ano na corte, a embaixada de negros retornou as suas terras na expedição de Dom João de Souza que tinha em sua companhia numerosos frades franciscanos, dominicanos e evangelistas e diversos operários, comerciantes e agricultores para iniciarem a colonização africana em Angola.

E ao chegarem em 29 de Março de 1491 sob imponentes festas com a presença do negro Caçula que havia sido educado e preparado na rigidez dos costumes da corte lusitana, e após a realização de uma missa campal onde o rei Manisonho que era tio do rei do Congo, recebeu a água lustral do batismo foi organizada uma expedição para penetrar até a embala do rei Manicongo onde a população negra não vira com bons olhos a penetração portuguesa no coração de sua terra, e por este motivo às numerosas tribos dos Mundequetes levantaram-se em armas ao se rebelarem contra os portugueses e o rei Manicongo que partiu com numerosos guerreiros e combatentes portugueses para derrotar os sublevados, e para se tornarem o senhores absolutos de seu povo, desta maneira seguiu a posse pacifica do reino e futuro

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Fonte extraida: http://orixas.com.br
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Ciganos

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Ciganos em Festa
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Conta a lenda que Maria Madalena, Maria Jacobé, Maria Salomé, José de Arimatéia e Trofino, junto com Sara, uma cigana escrava, foram atirados ao mar, numa barca sem remos e sem provisões.

Desesperadas, as três Marias puseram-se a orar e a chorar.

Aí então Sara retira o diklô (lenço) da cabeça, chama por Kristesko (Jesus Cristo) e promete que se todos se salvassem ela seria escrava de Jesus, e jamais andaria com a cabeça descoberta em sinal de respeito.

Milagrosamente, a barca sem rumo e à mercê de todas as intempéries, atravessou o oceano e aportou com todos salvos em Petit-Rhône, hoje a tão querida Saintes-Maries-de-La-Mer.
Sara cumpriu a promessa até o final dos seus dias.
Sua história e milagres a fez Padroeira Universal do Povo Cigano, sendo festejada todos os anos nos dias 24 e 25 de maio.

Segundo o livro oráculo (único escrito por uma verdadeira cigana) “Lilá Romai: Cartas Ciganas”, escrito por Mirian Stanescon - Rorarni, princesa do clã Kalderash, deve ter nascido deste gesto de Sara Kali a tradição de toda mulher cigana casada usar um lenço que é a peça mais importante do seu vestuário: a prova disto é que quando se quer oferecer o mais belo presente a uma cigana se diz: “Dalto chucar diklô” (Te darei um bonito lenço).

Além de trazer saúde e prosperidade, Sara Kali é cultuada também pelas ciganas por ajudá-las diante da dificuldade de engravidar. Muitas que não conseguiam ter filhos faziam promessas a ela, no sentido de que, se concebessem, iriam à cripta da Santa, em Saintes-Maries-de-La-Mer no Sul da França, fariam uma noite de vigília e depositariam em seus pés como oferenda um Diklô, o mais bonito que encontrassem.

E lá existem centenas de lenços, como prova que muitas ciganas receberam esta graça.

Para as mulheres ciganas, o milagre mais importante da vida é o da fertilidade porque não concebem suas vidas sem filhos.

Quanto mais filhos a mulher cigana tiver, mais dotada de sorte ela é considerada pelo seu povo.

A pior praga para uma cigana é desejar que ela não tenha filhos e a maior ofensa é chamá-la de DY CHUCÔ (ventre seco).

Talvez seja este o motivo das mulheres ciganas terem desenvolvido a arte de simpatias e garrafadas milagrosas para fertilidade.

Os ciganos são um povo nômade amante da música, das cores alegres e da magia, que foi expulso por invasores árabes há quase 3 mil anos da região noroeste da Índia, onde hoje é o Paquistão. Depois de vagar pelas Terras do Oriente, os ciganos invadiram o Ocidente e espalharam-se por todo o mundo. Essa invasão foi uma das únicas na história da humanidade que foi feita sem guerras, dor ou derramamento de sangue. Trata-se de uma invasão cultural e espiritual e ao contrário do que muitos pensam, o Povo Cigano é que foi perseguido, julgado e expulso ao longo do seu pacífico caminhar.
O que não se sabe ainda é se esses eternos viajantes pertenciam a uma casta inferior dentro da hierarquia indiana (os parias) ou de uma casta aristocrática e militar, os orgulhosos (rajputs). Independente de qual fosse seu status, a partir do êxodo pelo Oriente, os ciganos se dedicaram com exclusividade a atividades itinerantes: como ferreiros, domadores, criadores e vendedores de cavalo

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Brinque com ele Dourad'oxum

Alimente ele clicando na latinha.

Obrigada Mamãe Oxum

Vamos brincar um Pouco!!!