Que Mamãe Oxum lhe cubra com seu manto dourado

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Filhos(a) de Oxum e suas caracteristicas






Os filhos de Oxum são vaidosos, elegantes, sensuais, adoram perfumes, jóias caras, roupas bonitas e tudo que se relaciona com a beleza.
As mulheres filhas desse orixá são graciosas e elegantes. Voluptuosas e sensuais, mas discretas em seu cotidiano, evitam chocar a opinião publica, á qual dão muita importância. Sob sua aparência sedutora, escondem uma vontade muito forte e um grande desejo de ascensão social.
Os homens com essa coroação apreciam o destaque social, mas temem os escândalos e fogem de qualquer atitude que possa denegrir a imagem de inofensivos bondosos, que constroem cuidadosamente.
Os filhos de Oxum, normalmente, têm tendência para engordar; gostam da vida social, das festas e dos prazeres em geral e estão sempre dispostos a chamar a atenção do sexo oposto.
Tendem a ter uma vida sexual intensa, mas sem a impetuosidade daquela que têm os filhos de Iansã ou Ogum. Atraem o sexo oposto de maneira irresistível e estão sempre despertando ciúmes naqueles com quem se relacionam.
São muito sensíveis a qualquer emoção, calmos, tranqüilos, emotivos e com uma facilidade muito grande para o choro.
Nos defeitos podemos destacar a preguiça, a indecisão e uma ironia persistente, porém discreta. O ciúme também é um forte componente de sua personalidade.
precisam sempre estar informadas de tudo.
São muito desconfiados e altamente intuitivos, atributos que usam para conseguir tudo o que desejam com imaginação e uma pequena dose de intriga. Capazes de fingir não mais querer algo que lutaram muito para conseguir apenas para disfarçar seu interesse que, no fundo, continua enorme.
O filho de Oxum é do tipo bateu, levou. Não tolera o que considera injusto e adora uma pirraça. Sejam homens ou mulheres, os coroados pela mãe das águas doces, sempre carregam um toque feminino de bondade materna.


Ora iêiê Ô!
fonte:aumbandacomoelaé

Lenda !!!Maria Padilha

Gotas

Gotas

Pomba Gira Misteriosa.

Gotas
Ela viveu no século XIV , cheio de magia ,
Misticismo e fantasia !
Ela nasceu na Espanha valorosa ,
Formosa e maravilhosa !

Ainda criança , Maria Padilha foi abandonada ...
Por sua mãe , que era uma coitada ...
Ela era filha de mãe solteira ...
E virou uma órfã verdadeira !

Ela nunca teve uma família inteira ...
Assim , ela foi criada por uma feiticeira !
Ela gostava de dançar o “flamenco” sensual ..
. De uma forma especial !

Ela gostava de vestir preto e vermelho ...
Para treinar a dança no espelho !

Na adolescência , ela virou uma cortesã elegante ...
Conhecendo muita gente importante !

Ela foi apresentada à Dom Pedro I de Castela ...
De uma forma elegante e bela ...
Pelo primeiro ministro numa festa ...
Ao som de uma linda orquestra !
Assim , os dois dançaram ...
E se apaixonaram ...
Mas , Pedro estava noivo de Branca de Bourbon ,
Que era frágil e sempre saia do tom !

Mas , Maria Padilha fez uma bruxaria ,
Que gerou uma grande agonia :
Ela jogou um feitiço no cinto em que Branca ...
De uma forma ingênua e franca ...

Presenteou o seu amado ...
De um jeito calado !

Assim , depois do casamento ...
Sem nenhum sentimento ...
Aconteceu um tormento :

Branca , dois dias depois , foi abandonada ...
Sem entender , absolutamente , nada !

Depois , os membros bastardos da família real ...
Seqüestraram Pedro de um jeito sensacional !
Mas , com a ajuda de Maria Padilha . Então , ele decidiu transferir sua corte para Alcazar de Sevilha ...
Junto com sua amada Maria Padilha !
Depois , ele bolou uma vingança sem piedade ...
E matou seus 9 irmãos traiçoeiros de verdade !

Por causa desta vingança de fel ...
Ele ficou conhecido como : Pedro , o cruel !
Com Maria Padilha , ele teve 4 crianças ...
Carregadas de coragem e esperanças !

Porém , um dia ...
Cheio de agonia ...
A linda Maria ...

Morreu vítima da peste negra com muita dor ...
Mas , Pedro chorando com ardor ...
Nomeou a amada morta como rainha original ...
De uma forma especial !

Porém Pedro , o cruel ...
Conheceu o próprio fel ...
Morrendo nas mãos do único irmão bastardo que escapou a sua ira ...
Mas , que conheceu a atrocidade e a mentira !

Esta é a história de Maria Padilha ,
Que escondia a sedução sob a mantilha ...
E que de tanto fazer magias e de possuir um olhar de vampira ...
Tem seitas que dizem que ela é a real pomba – gira
.. Pedro escapou de toda aquela matilha !


MARIA PADILHA é a Rainha do Reino da Lira é também conhecida como “ Rainha do Candomblé ”, Rainha do Cabaré ou Rainha das Marias.

A Pomba Gira representa o poder feminino feiticeiro comparado com as do IYAMI Oxorongá dos Yorubás. Ela pode ter muitos maridos, que se tornam seus escravos, ou empregados.

Mulher do Exú Rei das sete liras ou Exu Lúcifer. É bonita, jovem, sedutora elegante, feminina, mas também tem vidência, é certeira e sempre tem algum conselho para quem sofrem por amor. Sua força também é usada para desmanchar feitiços pedir proteção e curar doenças.

Gosta de ser respeitada e admirada; adora festas com rituais e alegria, ser chamada de Rainha do Candomblé.

Prefere bebidas suaves, vinhos doces, licores, cidra, champagne, anis, etc.

Gosta de cigarros, cigarrilhas e perfume de boa qualidade, assim como também lhe atrai o luxo o brilho, flores , usa sempre muitos colares, anéis, brincos, pulseiras etc.

Gotas
http://barbaradefranca.blog.uol.com
Gotas

Logum Edé

Gotas

Gotas

Logum Edé
Gotas
O Orixá da Magia e da Boa Sorte
Estava Oxossi o rei da caça a caminhar por um lindo bosque em companhia de sua amada esposa Oxum, dona da beleza da riqueza e portadora dos segredos da maternidade.
Quando de seu passeio, foi avistado por Oxum um lindo menino que estava a beira do caminho a chorar, encontrando-se perdido. Oxum de pronto agrado, acolheu e amparou o garoto, onde surgiu nesse exato momento uma grande identificação, entre ele, Oxum e Oxossi. Durante muitos anos Oxum e Oxossi, cuidaram e protegeram-lhe, sendo que, Oxum procurou durante todo esse tempo a mãe do menino, porém sem sucesso, resolveu tê-lo como próprio filho. O tempo foi passando e Oxossi, vestiu o menino com roupas de caça e ornamentou-o com pele de animais, proveniente de suas caçadas. Ensinou a arte da caça, de como manejar e empunhar o arco e a flecha, ensinou os princípios da fraternidade para com as pessoas e o dom do plantio e da colheita, ensinou a ser audaz e a ter paciência, a arte e a leveza, a astúcia e a destreza, provenientes de um verdadeiro caçador. Oxum por sua fez, ensinou ao garoto o dom da beleza, o dom da elegância e da vaidade, ensinou a arte da feitiçaria, o poder da sedução, a viver e sobreviver sobre o mundo das águas doces, ensinou seus segredos e mistérios. Foi batizado por sua mãe e por seu pai de Logum Edé, o príncipe das matas e o caçador sobre as águas. Viveu durante anos sobre a proteção de pai e mãe, tornando-se um só, aprendendo a ser homem, justo e bondoso, herdando a riqueza de Oxum e a fartura de Oxossi, adquirindo princípios de um e de outro, tornando-se herdeiro até nos dias de hoje de tudo que seu pai Oxossi carrega e sua mãe Oxum leva. Esse é Logum Edé.
(2)
Logum Edé ganha domínio dado por Olorum
No início dos tempos, cada orixá dominava um elemento da natureza, não permitindo que nada, nem ninguém, o invadisse. Guardavam sua sabedoria como a um tesouro. É nesse contexto que vivia a mãe das água doces, Oxum, e o grande caçador Oxossi. Esses dois orixás constantemente discutiam sobre os limites de seus respectivos reinados, que eram muito próximos. Oxossi ficava extremamente irritado quando o volume das águas aumentavam e transbordavam de seus recipientes naturais, fazendo alagar toda a floresta.
Oxum argumentava, junto a ele, que sua água era necessária à irrigação e fertilização da terra, missão que recebera de Olorum. Oxossi não lhe dava ouvidos, dizendo que sua caça iria desaparecer com a inundação. Olorum resolveu intervir nessa guerra, separando bruscamente esses reinados, para tentar apaziguá-los. A floresta de Oxossi logo começou a sentir os efeitos da ausência das águas. A vegetação, que era exuberante, começou a secar, pois a terra não era mais fértil. Os animais não conseguiam encontrar comida e faltava água para beber. A mata estava morrendo e as caças tornavam-se cada vez mais raras. Oxossi não se desesperou, achando que poderia encontrar alimento em outro lugar. Oxum, por sua vez, sentia-se muito só, sem a companhia das plantas e dos animais da floresta, mas também não se abalava, pois ainda podia contar com a companhia de seus filhos peixes para confortá-la.
Oxossi andou pelas matas e florestas da Terra, mas não conseguia encontrar caça em lugar algum. Em todos os lugares encontrava o mesmo cenário desolador. A floresta estava morrendo e ele não podia fazer nada. Desesperado, foi até Olorum pedir ajuda para salvar seu reinado, que estava definhando. O maior sábio de todos explicou-lhe que a falta d’água estava matando a floresta, mas não poderia ajudá-lo, pois o que fez foi necessário para acabar com a guerra. A única salvação era a reconciliação. Oxossi, então, colocou seu orgulho de lado e foi procurar Oxum, propondo a ela uma trégua. Como era de costume, ela não aceitou a proposta na primeira tentativa. Oxum queria que Oxossi se desculpasse, reconhecendo suas qualidades. Ele, então, compreendeu que seus reinos não poderiam sobreviver separados, unindo-se novamente, com a benção de Olorum.
Dessa união nasceu um novo orixá, um orixá príncipe, Logum Edé, que iria consolidar esse “casamento”, bem como abrandar os ímpetos de seus pais. Logum Edé sempre ficou entre os dois, fixando-se nas margens das águas, onde havia uma vegetação abundante. Sua intervenção era importante para evitar as cheias, bem como a estiagem prolongada. Ele procurava manter o equilíbrio da natureza, agindo sempre da melhor maneira para estabelecer a paz e a fertilidade. Conta uma outra lenda que as terras e as águas estavam no mesmo nível, não havendo limites definidos. Logum Edé, que transitava livremente por esses dois domínios, sempre tropeçava quando passava de um reinado para o outro. Esses acidentes deixavam Logum Edé muito irritado. Um dia, após ter ficado seis meses vivendo na água, tentou fazer a transição para o reinado de seu pai, mas não conseguiu, pois a terra estava muito escorregadia. Voltou, então, para o fundo do rio, onde começou a cavar freneticamente, com a intenção de suavizar a passagem da água para a terra. Com essa escavação, machucou suas mãos, pés e cabeça, mas conseguiu fazer uma passagem, que tornou mais fácil sua transição. Logum Edé criou, assim, as margens dos rios e córregos, onde passou a dominar. Por esse motivo, suas oferendas são bem aceitas nesse local.
(3)
Logum Edé Rouba Segredos De Oxalá
Logum Edé era um caçador solitário e infeliz, mas orgulhoso. Era um caçador pretensioso e ganancioso, e muitos os bajulavam pela sua formosura. Um dia Oxalá conheceu Logum Edé e o levou para viver em sua casa sob sua proteção. Deu a ele companhia, sabedoria e compreensão. Mas Logum Edé queria mais, queria muito mais…
E roubou alguns segredos de Oxalá. Segredos que Oxalá deixara à mostra, confiando na honestidade de Logum Edé. O caçador guardou seu furto num embornal a tiracolo, seu adô. Deu as costas a Oxalá e fugiu. Não tardou para Oxalá dar-se conta da traição do caçador que levara seus segredos. Oxalá fez todos os sacrifícios que cabia oferecer e muito calmamente sentenciou que toda a vez que Logum Edé usasse um dos seus segredos todos haveriam de dizer sobre o prodígio:
“Que maravilha o milagre de Oxalá!”. Toda a vez que usasse seus segredos alguma arte não roubada ia faltar.
Oxalá imaginou o caçador sendo castigado e compreendeu que era pequena a pena imposta. O caçador era presumido e ganancioso, acostumado a angariar bajulação. Oxalá determinou que Logum Edé fosse homem num período e no outro depois fosse mulher. Nunca haveria assim de ser completo. Parte do tempo habitaria a floresta vivendo de caça, e noutro tempo, no rio, comendo peixe. Começar sempre de novo era sua sina. Mas a sentença era ainda nada para o tamanho do orgulho de Logum Edé. Para que o castigo durasse a eternidade, Oxalá fez de Logum Edé um orixá.
Gotas

Oração a Yasã

Gotas








Gotas
Oração Yasã
Gotas

Oiá... Oiá... nossos passos. Iansã, Deusa máxima do Cacurucaia... Bamburucena, Rainha, Mãe e Protetora. Eparrei nossa mãe Divina. Deusa divina dos ventos e das tempestades. Deixa-nos sentir também a tua bonança. Iansã dos relâmpagos, dá-nos uma faísca da tua graça divina. Eparrei, Eparrei... Oiá!

Gotas




Obá

Gotas

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Obá


Gotas

Orixá africano do Rio Obá ou rio Níger, terceira esposa de Xangô, identificada no jogo do merindilogun pelos odu odi, obeogunda e ossá.

Guerreira, veste vermelho e branco, usa escudo, Arco e flecha Ofá. Obasy é a senhora da sociedade elekoo, porém no Brasil esta sociedade passou a cultuar egungun. Deste modo, obasy é a senhora da sociedade lesse-orixa. Obá representa as águas revoltas dos rios. As pororocas, as águas fortes, o lugar das quedas são considerados domínios de Obá. Ela representa também o aspecto masculino das mulheres (fisicamente) e a transformação dos alimentos de crus em cozidos. Orixá, embora feminina, energética, temida, e forte, considerada mais forte que muitos Orixás masculinos, vencendo na luta, Oxalá, Xangô e Orumilá.

Obá é irmã de Iansã, foi esposa de Ogum e, posteriormente, terceira e mais velha mulher de Xangô. Bastante conhecida pelo fato de ter seguido um conselho de Oxum e decepado a própria orelha para preparar um ensopado para o marido na esperança de que isto iria fazê-lo mais apaixonado por ela. Quando manifestada, esconde o defeito com a mão. Seus símbolos são uma espada e um escudo.

Por sua envergadura física e força, tornou-se uma guerreira, a única mulher capaz de desafiar Ogum para uma luta, e por ser Obá extremamente forte e destemida, Ogum se viu obrigado a usar de um truque contra ela, espalhando quiabo amassado no chão, e atraindo Obá para aquele canto, onde a guerreira escorregou e não apenas perdeu a luta como foi possuída à força por Ogum, que se tornou seu inimigo.

Como esposa de Xangô, sempre se sentindo menos desejada por seu amado que Oxum e Iansã, Obá se esmerava em agradá-lo com seus pratos cada vez mais aprimorados. Mas Oxum era sempre a preferida de Xangô.

Um dia Obá não se conteve e perguntou a Oxum qual o segredo de sua sedução. Oxum, que vivia com a cabeça enrolada em turbantes maravilhosos, disse que havia cortado a própria orelha esquerda e colocado no amalá (uma comida à base de quiabo) de Xangô que, ao comê-lo, por ela se perdera de paixão para sempre.

Obá então cortou a própria orelha e a colocou no amalá. Ao ver Obá com um ferimento no lugar da orelha Xangô quis saber o que houvera e Obá contou.

Neste momento Oxum tirou seu turbante e, mostrando as duas orelhas intactas a Obá, desatou a rir. Xangô, zangado com a insensatez de Obá e enojado por ver sua orelha na comida, expulsou-a de seu palácio e Obá tanto chorou e teve raiva que se transformou num rio revoltoso. Na África, no lugar onde se encontram os rios Obá e Oxum o estouro das águas é extremamente violento.

Gotas

Origem: Wikipédia
Gotas

Lenda de Oxum














Oxum é o Trono Natural irradiador do Amor Divino e da Concepção da Vida em todos os sentidos. Como "Mãe da Concepção" ela estimula a união matrimonial, e como Trono Mineral ela favorece a conquista da riqueza espiritual e a abundância material.

A Orixá Oxum é o Trono Regente do pólo magnético irradiante da linha do Amor e atua na vida dos seres estimulando em cada um os sentimentos de amor, fraternidade e união.

Seu elemento é o mineral e, junto com Oxumaré, forma toda uma linha vertical cujas vibrações, magnetismo e irradiações planetárias multidimencionais atuam sobre os seres e os estimula ou paralisa. Em seus aspectos positivos, ela estimula os sentimentos de amor e acelera a união e a concepção.

Não vamos comentar seus aspectos negativos ou punidores dos seres que desvirtuam os princípios do amor ou da concepção.

Na Coroa Divina, a Orixá Oxum e o Orixá Oxumaré surgem a partir da projeção do Trono do Amor, que é regente do sentido do Amor.

Oxum assume os mistérios relacionados à concepção de vidas porque o seu elemento mineral atua nos seres estimulando a união e a concepção.

A energia mineral está presente em todos os seres e também está presente em todos os vegetais. E por isto Oxum também está presente na linha do Conhecimento, pois sua energia cria a "atração" entre as células vegetais carregadas de elementos minerais. Já em nível mental, a atuação pelo conhecimento é uma irradiação carregada de essências minerais ou de sentimentos típicos de Oxum, a concepção em si mesma.

A água doce, por estar sobrecarregada de energia mineral, é um dos principais "alimentos" dos vegetais. Logo, Oxum está tão presente nas matas de Oxóssi quanto na terra de Obá, que são os dois Orixás que pontificam a linha vertical (irradiação) do Conhecimento. A Senhora Oxum do Conhecimento é uma Oxum vegetal pois atua nos seres como imantadora do desejo de aprender.

Saibam que a ciência dos Orixás é tão vasta quanto divina, e está na raiz de todo o saber, na origem de todas as criações divinas e na natureza de todos os seres. É na ciência dos Orixás que as lendas se fundamentam, e não o contrário. A saudação para Oxum é
Orayeyeô Fiderionan!







Lenda de Oxalá

Oxalá


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Oxalá, estava morrendo de saudades de um de seus filhos, Xangô, que morava em terras longínquas. Antes porém de viajar, consultou Ifá, o Deus da Adivinhação, que desaconselhou a viagem. Mas ante a teimosia de Oxalá, determinou-lhe que durante a viagem, além de levar três mudas de roupas brancas, sabão e Ori, concordasse com tudo que as pessoas lhe pedissem sem jamais irritar-se.
Durante o caminho Oxalá encontrou com um Exu, o senhor do Azeite-de-dendê, que o saudou efusivamente e pediu um abraço. Oxalá cumprindo as determinações de Ifá, abraçou-o, e Exu que carregava um barril do azeite sobre as costas, ao abraçá-lo derramou todo o azeite por cima dele e foi-se rindo, satisfeito de sua brincadeira.

Oxalá lembrando-se das determinações de Ifá, resignadamente, lavou-se com o sabão, passou Ori no corpo despachou a roupa suja e seguiu viajem. Mais adiante encontrou outro Exu, agora o dono do carvão, que também o saudou como o anterior e fez exatamente a mesma brincadeira, sujando-o de pó carvão retirando-se rindo também.

Mas uma vez, Oxalá, se limpa, despacha a roupa suja, troca de roupa e segue a viagem, sem se aborrecer como Ifá determinara. Ao chegar ao reino de Xangô, viu um lindo cavalo branco, reconhecendo-o como um que em outras épocas havia dado de presente ao seu filho. O cavalo também reconhecendo-o seguiu mansamente com ele.

Nisso chegam os criados de Xangô, e ao verem Oxalá, sem o reconhecerem, e vendo-o levando o cavalo, toma-no por um ladrão, agridem-no e jogam-no numa masmorra. Lá ficou durante sete anos. Durante esse tempo, o reino de Xangô sofreu muitas desgraças, a colheita era ruim, o gado foi dizimado pela seca, as mulheres ficaram estéreis e as pessoas morriam de fome. Xangô, sem saber o que estava acontecendo, mandou chamar os mais afamados adivinhos, chegando a consultar o maior de todos os oráculos, Ifá! Este revelou-lhe que o acontecido era em virtude de ter em suas masmorras um inocente.

Xangô manda vasculhar todas suas prisões, até chegar a Oxalá. Levado o prisioneiro a frente do grande rei, este reconhece seu pai e imediatamente manda buscar água para lavá-lo. Todos se purificaram e vestiram-se de branco em seu respeito. Como Oxalá, mal podia andar,quebrado pelos maus tratos e tempo em que ficou preso, Xangô deu-lhe Ayrá, que o carregou nas próprias costas, até o palácio de Oxaguian, seu outro filho, onde morava anteriormente.

Oxalá é o orixá da criação e faz parte dos orixás denominados funfun, isto é, brancos, ou que se vestem de branco. Oxalá é o deus criador do homem e da cultura material. No Brasil tem o status de pai dos orixás e senhor supremo. Seu dia é sexta-feira, quando se costuma usar roupa branca para homenageá-lo. Suas contas são igualmente brancas, de louça, mas os filhos da qualidade Oxaguiã usam umas poucas contas azuis a cada seqüência de contas brancas. É saudado com o brado:
Êpa Babá!
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(Do livro Lendas Africanas dos Orixás)
Pierre Fatumbi Verger - Caribé

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Lenda de Ogum

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OGUM
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Ogum















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Ogum era casado com Iansã e tinham uma convivência perfeita, até o dia em que o irmão de Ogum, Xangô, foi visitá-los. Assim que conheceu a cunhada, tomou-se de amores por ela e passou a freqüentar a casa com assiduidade. Aos poucos se insinuava para a mulher que a cada dia ficava mais envolvida pelas belas palavras do cunhado. Um dia, aproveitando-se da ausência do irmão pediu que Iansã prepara-se um amalá para ele, pois tinha muita saudade dessa comida e há tempos não conseguia ninguém que a fizesse. Assim que o prato ficou pronto, Xangô aspergiu um pó mágico sobre ele e pediu que a moça também comesse. Sem desconfiar de nada, Iansã sentou-se e dividiu a refeição com o cunhado. No mesmo instante passou a cuspir fogo pela boca a cada palavra que dizia, apavorada percebeu que tinha sido enganada, esse dom era de Xangô e ele o havia dividido com ela, essa artimanha fez com que se apaixonasse imediatamente entregando-se sem reservas.

Ogum ao regressar de uma viagem, encontrou-os em pleno idílio amoroso e violentamente os colocou para fora, dizendo nunca mais querer vê-los. A partir desse dia tornou-se um andarilho. Xangô levou Iansã para seu reino e até hoje vivem juntos e felizes, ele o senhor dos raios e trovões. Ela senhora das tempestades.
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(Do livro Lendas Africanas dos Orixás)
Pierre Fatumbi Verger - Caribé

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Lenda de Obaluayê

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OMOLU - OBALUAYE

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OMOLU - OBALUAYE

















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Houve uma festa e todos os Orixás estavam presentes. Menos Omolu que ficara do lado de fora. Ogum pergunta por que o irmão não vem e Nanã responde que é por vergonha de suas feridas causadas pelas doenças. Ogum resolve ajudá-lo e o leva até a floresta onde tece para ele uma roupa de palha que lhe cobre o corpo todo. O filá! Mas a ajuda não dá muito certo, pois muitos viram o que Ogum fizera e continuavam a ter nojo de dançar com o jovem Orixá, menos Iansã, altiva e corajosa, dança com ele e com eles o vento de Iansã que levanta a palha e para espanto de todos, revela um homem lindo, sem defeito algum.

Todos os Orixás presentes, ficam estupefatos com aquela beleza, principalmente Oxum,que se enche de inveja, mas agora é tarde, Omolu, não quer mais dançar com ninguém.



Em recompensa pelo gesto de Iansã, Omolu dá a ela o poder de também reinar sobre os mortos. Mas daquele dia em diante, Omolu declarou que somente dançaria sozinho!

Omolu e Obaluaê, são as manifestações velho e jovem de um mesmo Orixá, chamado Xapanã. Suas cores são o vermelho, o amarelo e o preto, que veste sob capuz de palha-da-costa enfeitado com búzios. De origem Jeje, é o deus da varíola, da peste, das doenças da pele e hoje em dia da Aids. Seus colares são também de búzios e contas de louça branca intercaladas com pretas ou, então, brancas intercaladas com pretas e vermelhas. Dança portando um instrumento denominado Xaxará, espécie de cetro. Homenageado às segundas feiras. Sua saudação é Atotô!
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(Do livro Lendas Africanas dos Orixás)
Pierre Fatumbi Verger - Caribé
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Aguas Abençoadas

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Eu Amo o Brasil

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Brinque com ele Dourad'oxum

Alimente ele clicando na latinha.

Obrigada Mamãe Oxum

Vamos brincar um Pouco!!!